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Bruxelas continuará a acompanhar "desequilíbrios" em Portugal

A Comissão Europeia reitera, como já havia anunciado, que os desequilíbrios de Portugal já não são excessivos mas que ainda há desequilíbrios.

Bruxelas continuará a acompanhar "desequilíbrios" em Portugal
Notícias ao Minuto

11:53 - 23/05/18 por Notícias ao Minuto 

Economia Portugal

A Comissão Europeia divulgou, esta quarta-feira, as recomendações específicas para os países da zona euro e reiterou as recomendações que já havia dado a Portugal.

Bruxelas refere que "os compromissos políticos e a evolução dos desequilíbrios serão acompanhados de perto, tendo em conta que serão necessários esforços adicionais para garantir uma correção sustentável". 

A Comissão Europeia reitera, como já havia anunciado, que os desequilíbrios de Portugal já não são excessivos mas que ainda há desequilíbrios. 

No relatório, Bruxelas diz ainda que Portugal está entre os países que devem ter em atenção as contas públicas, para "garantir que estejam disponíveis para investimentos a médio e longo prazo".

Bruxelas destaca ainda melhorias no mercado de trabalho. "A recuperação do mercado de trabalho português continua, em linha com o fortalecido desempenho económico", pode ler-se no relatório sobre Portugal. No entanto, a Comissão Europeia quer que se crie um ambiente propício aos "contratos sem termo".

No ano passado, foi nesta data que a Comissão recomendou o encerramento do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) aplicado ao país desde 2009, dado o défice ter descido abaixo da meta dos 3% fixada no Pacto de Estabilidade e Crescimento.

No Programa de Estabilidade 2018-2022, entregue no parlamento em 13 de abril, o Governo reviu em baixa a meta do défice deste ano para 0,7% do PIB, face aos 1,1% inscritos no Orçamento do Estado para 2018.

O executivo reviu, por outro lado, em alta a estimativa de crescimento económico para este ano, de 2,2% para 2,3%, e anunciou uma previsão de taxa de desemprego de 7,6%, de taxa de inflação de 1,4% e uma descida da dívida pública para 122,2% do PIB.

[Notícia atualizada às 12h15]

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