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Lionesa investe 10 milhões na recuperação do Mosteiro de Leça do Balio

O grupo Lionesa anunciou hoje um investimento inicial de 10 milhões de euros na recuperação do Mosteiro de Leça do Balio e da sua envolvente, num projeto que reúne os arquitetos Siza Vieira e Sidónio Pardal.

Lionesa investe 10 milhões na recuperação do Mosteiro de Leça do Balio
Notícias ao Minuto

14:06 - 16/05/18 por Lusa

Economia Grupo

Em conferência de imprensa realizada em Matosinhos, distrito do Porto, que incluiu a visita à exposição Monasterium KM234, da responsabilidade de João Machado, foi explicado que o projeto visa abrir à comunidade instalações que estavam, segundo o curador, Joel Cleto, "fechadas à população desde o século XII".

Com 55 imagens artísticas e sete obras de arte, a exposição - cujo nome significa distância entre o mosteiro e Santiago de Compostela - explica a "história e as histórias que ao longo dos anos fizeram os Caminhos de Santiago", cuja marca o administrador da Lionesa, Pedro Pinto, quer ver implantada neste investimento.

Para além da exposição, que poderá ser visitada de forma gratuita e guiada até ao final do ano, o projeto inclui a construção de um templo, da autoria de Siza Vieira, e que Joel Cleto definiu como "um convite à introspeção, de grande espiritualidade, ecuménico, para todos os credos", e que será edificado alinhado com o mosteiro.

A obra terá "400 metros quadrados e inspira-se no Mosteiro de Leça do Balio e nos Caminhos de Santiago, devendo estar concluída no último trimestre de 2018", informou.

"Construído em betão branco, terá no seu interior, em baixo relevo, motivos alusivos a Santiago e uma estátua, de 2,20 metros, simbolizando o peregrino", explicou o curador.

A obra está para já definida como o "templo" porque ainda não tem nome definitivo, disse Pedro Pinto. Mas, tal como o projeto "que está aberto à opinião e sugestões da comunidade que o visitará", o nome definitivo "poderá ser atribuído com o tempo", acrescentou.

Ao mesmo tempo que esta obra de Siza Vieira nascerá no espaço anexo o projeto paisagístico dos jardins do mosteiro, numa área de 3,8 hectares, da autoria de Sidónio Pardal. Como o próprio explicou "vai ter 14 estâncias que poderão ser utilizadas para pausas de vigília, espera, contemplação, explorando todos os seus caminhos".

Sem adiantar datas para ter a obra concluída, o arquiteto paisagista afirmou esperar que "dentro de três ou quatro anos" o espaço já tenha "uma maturidade muito interessante".

Com um "investimento inicial de 10 milhões de euros", Pedro Pinto explicou que dimensão do projeto "pode ir muito além do que está pensado", admitindo a "aquisição de livros e de documentos" para o valorizar e vincando a aposta de que "o mosteiro passe a integrar as rotas turísticas".

A realização anual, em setembro, da Feira Medieval de Leça do Balio, "não colide, mas pode até complementar, a exposição" que agora abre portas" segundo Joel Cleto.

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