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"Tenho família e não admito que questionem a minha dignidade"

Técnico fez antevisão da partida com o Boavista, mas as perguntas na conferência de imprensa acabaram por 'resvalar' para o jogo com o FC Porto.

"Tenho família e não admito que questionem a minha dignidade"

Ivo Vieira, após a derrota do Estoril frente ao FC Porto, acabou por deixar, na zona de entrevistas rápidas, duras críticas ao comportamento desportivo da sua equipa. Contudo, o treinador não aceita que o trabalho que desenvolve no clube da linha seja posto em causa.

Numa defesa pessoal e dos seus jogadores, o técnico lembrou que há pessoas no futebol que querem deturpar as suas palavras e usar o clube e os seus atletas para guerras que não lhe pertencem.

Deixando a certeza de que vai continuar a lutar por um futebol mais limpo e 'transparente', Ivo Vieira defende que se manterá a lutar até ao último suspiro e que, caso nada mude, se entregará a vida familiar.

"Eu nesse dia apenas fiz uma análise do que aconteceu dentro do jogo, em termos estratégicos, vi, relatei e analisei perante as perguntas que me fizeram. A parti daí, não consigo controlar as declarações de terceiros nem que os mesmos queiram deturpar ou desviar o intuito da conversa que fiz. Apenas referi-me ao jogo em si, mas a partir desse momento evoluíram e desenvolveram esse tema perante o interesse de outros e que a nós não nos diz respeito. Fiz um comentário ao que foi ao jogo em termos de desempenho, ao que era o objetivo: ganhar", começou por referir o técnico

"Respeito ao máximo as notícias, mas eu tenho também tenho família e não admito que pessoas que eu não conheço e não me conhecem questionem a minha dignidade. Não admito estar a ser crucificado e enxovalhado por pessoas que só querem defender os interesses dos seus clubes", defende o técnico estorilista.

"Hoje, no futebol português, fala-se pouco dos golos e das grandes defesas dos guarda-redes e não me vou sujeitar a que exponham o meu nome, do Estoril e dos jogadores para defender interesses de terceiros. Vou lutar para que o futebol seja melhor, que os árbitros tenham mais paz e nem que tenha de lutar e morrer sozinho. Mas sei que não sou o único, porque vejo outros treinadores e agentes do futebol que querem o bem do futebol português. Vou continuar a lutar. Aos que me agridem, não vou ser igual a eles e vou manter a minha dignidade. Se não estiver no futebol, vou para o lado da minha família onde estou muito bem", concluiu o técnico sobre o tema.

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