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"Há uma fome muito grande de conseguir títulos. Não há deslumbramento"

Técnico do FC Porto fez a antevisão da deslocação ao Estoril.

"Há uma fome muito grande de conseguir títulos. Não há deslumbramento"
Notícias ao Minuto

12:04 - 14/01/18 por Francisco Amaral Santos

Desporto Sérgio Conceição

Sérgio Conceição, técnico do FC Porto, esteve, este domingo, em conferência de imprensa para fazer a antevisão da deslocação ao terreno do Estoril, em jogo referente à 18.ª jornada da I Liga. 

Estoril: "Esperamos um jogo difícil, como são todos os da Liga. Todas as equipas que jogam contra os grandes estão super motivadas e com uma vontade enorme de quebrar ciclos vitoriosos.”

Calendário: "Graças a Deus estamos em todas as frentes. Graças a Deus e ao nosso trabalho. Estivemos a fazer contas e alguns clubes tem 15 ou 16 jogos até ao final da temporada, e nós temos 24 jogos em três meses. Há muito jogo por jogar. Estamos a ver de que forma é possível reforçar o plantel para ter mais uma ou outra opção. Veremos se é possível ou não. É como no início da época, estamos condicionamos pelo fair-play financeiro que o FC Porto está sujeito. Nós estamos aqui para arranjar soluções internas." 

Brahimi e Marega: "Preocupa-me sempre esse tipo de situação [lesão]. Falando desses dois jogadores vamos ver o que vai acontecer e vamos decidir. Há muitos jogos, vamos ter que gerir estas situações da melhor forma."

Desgaste: "Preocupava-me se eu não estivesse na final four [da Taça da Liga]. É natural que se jogue de três em três dias. O que estamos a falar é que em vez de 19 tivéssemos 24 jogadores de campo. Era melhor porque haviam mais soluções. Mas sinceramente, eu não me quero estar a agarrar-me a isso e bater na mesma tecla. O que for possível vai se fazer. Temos um jogo importante amanhã com o Estoril."

Declarações de Rui Vitória: "Tenho pouca vontade de me alongar mais e falar mais. Quero esclarecer aqui uma coisa muito importante. Eu não voltei atrás naquilo que eu disse. Eu lamentei que um exemplo menos feliz da minha parte o levassem para a ofensa. Eu não quis ofender. Eu falei de incoerência. Assumo as minhas responsabilidades. Eu sou direto e frontal. Eu assumi a responsabilidade daquilo que eu disse. Eu lamentei um exemplo menos feliz. Não tenho que pedir desculpa a ninguém. Eu tenho respeito por toda a gente. Eu tenho respeito pelo nosso roupeiro, pelo dos rivais. Pelos vendedores de pipocas, tenho respeito pelos treinadores e pelos presidentes. O verdadeiro limite no futebol é o respeito pela verdade desportiva. E com isto que quero concluir. Aquilo que tem de falar por mim são os resultados, não este tipo de situações. Eu digo o que sinto e o que penso. Fui assim como jogador e sou assim como treinador. O verdadeiro limite é o respeito pela verdade desportiva. Depois o limite naquilo que é o meu discurso, pode não ser para outro. Por isso é que eu respeito um vendedor de pipocas, um colega de trabalho, um treinador de futebol, um outro treinador de futebol, um roupeiro. Respeito toda a gente. Aquilo que eu disse em relação àquilo que foi um exemplo de um outro treinador foi um exemplo menos feliz da minha parte. Não tenho que pedir desculpa a ninguém, estou a dizer que lamento. Eu assumo aquilo que disse. A partir desse momento, a incoerência que eu falei continuo a reafirmá-la. Não quero falar mais disso. Quero falar é da minha equipa e das coisas boas que temos feito." 

Ciclo vitorioso: "Não acredito que haja deslumbramento. Acho que há um espírito muito bom dentro do balneário. Há muitos jogadores do FC Porto que já ganharam muitos títulos. Mas juntos no FC Porto, penso que não há nenhum que tenha ganho um título aqui. Há uma fome muito grande de conseguir títulos. Não há nenhum tipo de deslumbramento. Nós não conseguimos nada. Vamos entrar agora na segunda volta, somos um grupo humilde e trabalhador. Aquilo que as vitórias me dão é a responsabilidade e a boa pressão de ter que ganhar o próximo jogo." 

Sp. Braga afastado do título: "Eu às vezes deparo-me com coisas... Aquilo que eu disse é que no campeonato tínhamos de lutar com o Benfica e que o Sporting de Braga estava a três pontos do Benfica. Só isso. Para espanto meu, o Abel Ferreira na antevisão do jogo veio dizer que não me conhecia pessoalmente, quando fui eu que dei o aval positivo ao presidente do Sp. Braga. Depois trabalhámos sete meses juntos no Braga. Ele no Braga B e eu no Braga. Disse que não me conhece pessoalmente. Tive uma ou outra reunião com ele, falei muitas vezes ao telefone com ele. Fiquei admirado com essa declaração. E depois disse que prefere uma crítica a um falso elogio. Mas eu não elogiei o Braga. Eu não meti pressão no Braga. Primeiro diz que não me conhece pessoalmente e depois diz que eu dei um falso elogio. Não tenho mais nada a dizer." 

Rendimento fora de casa: "Uma equipa grande tem de ser exactamente igual a jogar em casa ou fora. A mentalidade, a ambição e a determinação tem de ser igual em todos os jogos, independentemente da competição e do adversário."

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