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Francisco J. Marques acusa a APAF de ser "cúmplice" do Benfica

Francisco J. Marques revela novo e-mail, alegadamente enviado por Luís Filipe Vieira para Pedro Guerra.

Francisco J. Marques acusa a APAF de ser "cúmplice" do Benfica
Notícias ao Minuto

06:43 - 13/12/17 por Notícias Ao Minuto

Desporto Declarações

O diretor de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, acusou, esta terça-feira, o Benfica, de exercer práticas que são do "foro criminal", considerando que as águias têm acesso a contactos telefónicos de árbitros, à "vida pessoal" dos mesmos e do próprio presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

Francisco J. Marques, em declarações ao Porto Canal, aproveitou a deixa da revelação de um novo e-mail, alegadamente enviado por Luís Filipe Vieira para Pedro Guerra, para rotular o presidente dos encarnados como a "cabeça do "maior escândalo de sempre do futebol português”.

"Selecionei aqui um e-mail do Luís Filipe Vieira para o Pedro Guerra: 'Estás a expor-te muito na TVI. Eles querem é audiência. Não podes ser transformado num produto Nestlé. Eu próprio vivi esse problema quando vim para o Benfica, mal aconselhado. Não fales do Jesus, mas sim do treinador do Sporting. Parece que estamos órfãos. Hoje o tema é o condicionamento da arbitragem. Não vás ao programa sem falar comigo. Depois liga' ", poderá ler-se na mensagem de correio eletrónico enviada por Vieira a Guerra.

"Vieira é a cabeça. Mas depois há Paulo Gonçalves, Pedro Guerra e um sem número de pessoas que criaram um esquema para manipular, adulterar, beneficiar o Benfica e condicionar a disciplina, a arbitragem e o normal decurso das competições, baixar notas dos árbitros, ter acesso à vida pessoal de árbitros e do presidente da Federação. Se tinham códigos do alarme da casa de Fernando Gomes, é algo do foro criminal. Isto tem de ter consequências, porque tem proporções a que não se pode fechar os olhos. Isto não é regular dentro das leis do país", afirmou Francisco J. Marques.

E nem a APAF (Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol) escapou ao ataques do diretor de comunicação do FC Porto. O mesmo indica que a APAF está a protagonizar um surpreendente silêncio perante todos os dados que têm vindo a público, nos últimos meses. Na opinião de Francisco J. Marques, tal postura mostra a "cumplicidade" da associação de classe, presidida por Luciano Gonçalves.

"É inexplicável como a APAF, perante o conhecimento público de que um clube tinha acesso aos telefones dos árbitros, nem uma palavra tenha em defesa dos mesmos. É uma forma de condicionamento inaceitável feita com a cumplicidade da APAF. O normal é fazer a defesa dos associados mas neste caso nem uma palavra".

"Em tempos, divulgámos o pedido de bilhetes do presidente da APAF [Luciano Gonçalves] ao Benfica. Na altura, parecia uma vítima mas agora é complicado aceitar isso. Por que não tem uma palavra? Se um adepto de um clube pinta a casa de um árbitro, a APAF faz a defesa do árbitro e muito bem. Mas o que é pior? Um adepto anónimo que faz isso ou o clube que tem os números dos árbitros?", questionou.

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