Transferido do Real Madrid para o Mónaco nos últimos dias do mercado de transferências, Fábio Coentrão explicou, em entrevista ao jornal espanhol Marca, os motivos que o levaram a abandonar a equipa orientada por Rafa Benítez. O esquerdino queixa-se do tratamento de que foi alvo pela imprensa, embora não perceba o motivo.
“Sentia que não existia a menor condescendência comigo. Se fazia um jogo menos bom atacava-me de imediato. Se tinha estado bem isso não era valorizado. Ainda hoje me questionado os motivos - vamos chamar-lhe assim - de ser o patinho feito da imprensa. Mas acostumei-me”.
Quanto à possibilidade de continuar no Mónaco na próxima época, depois de terminada a cedência do Real Madrid, Coentrão não ‘abre o livro’ dizendo apenas que apenas quer jogar.
“Estou concentrado no Mónaco e no final da temporada logo veremos. O futuro a Deus pertence. O meu único objetivo é voltar a ganhar a confiança que necessito e de mostrar a todo o mundo que estou bem vivo e que tenho futebol para dar e vender”.
O agora jogador do Mónaco abordou, ainda, a época de Cristiano Ronaldo, tecendo rasgados elogios ao colega na seleção. “O Cristiano é impressionante. É o melhor do Mundo sem dúvida. Para ele não há impossíveis, por isso continua a superar recordes. Uns atrás de outros. É um caso único”.