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Frenkie de Jong encostado à parede: Ou baixa salário para metade, ou sai

Médio está a ser fortemente associado a Chelsea e Manchester United.

Frenkie de Jong encostado à parede: Ou baixa salário para metade, ou sai

© Getty Images

Notícias ao Minuto
11/08/2022 23:33 ‧ há 3 anos por Notícias ao Minuto

A vida de Frenkie de Jong neste mercado de verão não tem sido fácil. Associado a uma saída do Barcelona, com Chelsea e Manchester United a posicionaram-se como os principais interessados, o médio neerlandês já fez saber os dirigentes dos catalães que não pretende sair, apesar dos blaugrana precisarem de reduzir a sua massa salarial e lucrar algo em transferências.

Ainda assim, a decisão dentro do clube da Catalunha parece clara e na cúpula diretiva existe a ideia de que o médio internacional pelos Países Baixos terá de reduzir o seu salário para permitir inscrever os reforços já contratados e equilibrar um pouco das contas. Ainda assim, De Jong não está interessado em baixar os valores que recebe e acabou por ser alvo de um ultimato que pode resolver o seu futuro nas próximas horas

Segundo escreve o jornal catalão Sport, os responsáveis do Barcelona explicaram a De Jong que não pode continuar a auferir o salário anual de 22 milhões de euros que tem atualmente, uma vez que o clube não tem capacidade financeira para o fazer. Nesse sentido, o neerlandês foi avisado de que terá de baixar esse valor para quase metade ou terá que aceitar sair, sendo que o próximo destino poderá ser a Premier League.

Legalmente, o jogador não está obrigado a aceitar essa redução salarial. Como o clube é da opinião contrária, a tensão entre as duas partes tem crescido nos últimos dias, especialmente porque os agentes de De Jong não ficaram contentes com o facto do Barcelona já ter gasto muitos milhões em reforços.

A acrescer a esta situação, Frenkie de Jong já havia aceitado receber metade do seu salário na época passada, a despeito das dificuldades financeiras provocadas pela pandemia de Covid-19, pelo que o Barcelona lhe está a dever cerca de 17 milhões de euros em salários que não foram pagos, factor que pode inviabilizar a saída do médio da Catalunha.

Leia Também: Barcelona poderá não inscrever reforços, mas jogadores mantêm confiança

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