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"Futuro? Já jogo a alto nível há 18 anos e isso agora nem me faz cócegas"

Confira as principais declarações do capitão português na antevisão ao jogo com a Hungria.

"Futuro? Já jogo a alto nível há 18 anos e isso agora nem me faz cócegas"

Onde se sente mais confortável a jogar? Sinto-me confortável a jogar na frente, seja na esquerda, na direita, no meio, mais atrás, onde for melhor para a equipa. Aqui o importante é a equipa ganhar, qualquer posição me vai bem. 

Presença no quinto Europeu. Como vê este recorde? É um bom recorde, mas melhor recorde seria ganhar dois Europeus de forma consecutiva, isso para mim era um recorde mais bonito. A equipa está bem e tem trabalhado bem desde o dia 27. Estamos preparados. Espero que amanhã entremos com o pé direito, afinal é crucial entrar bem nesta competição.

Como a Covid pode influenciar a Seleção? A concentração não está aí. Foi uma pena o João [Cancelo] ter dado positivo, mas não estamos a pensar nisso. O tema Covid já cansa e não só aos jogadores, mas também à população mundial. Temos de saber viver com isto. A equipa está concentrada e preparada para o jogo. Tudo o que vem de fora não nos diz respeito.

Hungria será melhor ou pior que a que defrontámos em 2016? Isso veremos no final do jogo. Agora temos de estar concentrados exclusivamente em nós. Trabalhámos muito bem nestes 10/12 dias. Se as equipas quiserem ganhar esta competição têm de estar preparadas para todas as circunstâncias.

Tira-lhe o sono não saber ainda onde vai jogar na próxima temporada? Já jogo a alto nível há 18 anos e isso agora nem me faz cócegas. Se tivesse a começar a minha carreira agora talvez não dormisse um pouco à noite, a pensar no meu futuro. Agora, com 36 anos, o que vier vai ser para bom, independentemente de ficar ou não na Juventus. Agora só importa pensar no Europeu e entrar com o pé direito, como se isto fosse o meu primeiro Euro.

A última vez que a seleção entrou a ganhar foi em 2008. O que tem faltado a Portugal no início das competições? Isso não quer dizer nada na minha opinião. É sempre importante entrar a ganhar, porque isso dá moral, agora se me disserem que amanhã entramos a perder e depois ganhamos a competição, óbvio que vou optar por isso. A equipa está preparada física e emocionalmente para fazer uma grande competição. Tenho a certeza que vamos fazer um grande Euro.

Diferenças para a equipa de 2016: Não é a mesma equipa. É uma equipa mais jovem, com um potencial enorme e só a competição nos dirá se somos melhores ou piores que em 2016. A nível pessoal eu não sou o melhor jogador que há 18, há 10 ou há 5 anos. Eu tive de me ir adaptando à realidade que é o futebol nos dias de hoje. As minhas épocas têm sido sempre positivas, porque penso em conquistar objetivos pessoais e coletivos, e isso deve-se à minha capacidade de adaptação com o passar dos anos. 

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