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"Não me importa o que valho. Sou muito feliz no Sporting"

Sporting parte na liderança da classificação com quatro pontos de vantagem sobre Benfica e FC Porto.

"Não me importa o que valho. Sou muito feliz no Sporting"

O Sporting recebe, nesta sexta-feira, o Rio Ave, pelas 18h30, no duelo de abertura da 14.ª jornada da I Liga.

Os leões comandam a classificação com 35 pontos, mais quatro do que os eternos rivais - Benfica e FC Porto -, que se defrontam no Dragão também nesta ronda. Já o Rio Ave está na nona posição, com 13 pontos, todavia só com mais três que a primeira equipa que se encontra na zona de despromoção.

Rúben Amorim, fez, nesta quinta-feira, a antevisão à partida e sublinhou que o Sporting faz sempre "all-in" para o jogo seguinte e promete um leão na máxima força e de cara lavada depois da eliminação na Taça de Portugal frente ao Marítimo.

Análise à partida: Penso que o Sporting se vai apresentar na máxima força, apesar de termos tido alguns casos de Covid e que nos obrigaram a mudar algumas coisas. Por sorte tivemos mais um dia para preparar este jogo e vamos defrontar uma equipa com grandes valores e um treinador (Pedro Cunha) que tem grandes ideias. Mas acredito que o Sporting fará um grande jogo.

All-in no campeonato depois da eliminação na Taça: Nós fazemos sempre all-in no próximo jogo. Claro que numa competição a eliminar tudo pode acontecer. Não se trata de ter estofo ou não. No jogo da Madeira não fomos tão eficazes na primeira parte e eles conseguiram ser melhores na segunda parte. A questão do estofo não muda de jogo para jogo. 

Mudança de nível de treinador e a possibilidade de já poder dar indicações no banco: Na nossa rotina não muda muito, só muda é para o Emanuel que muitas das vezes tem de fazer o transporte da mensagem. Agora claro que prefiro ser eu a dar a cara e não é justo quando somos eliminados de uma competição ser o Emanuel a dar a cara e não eu.

Declarações do presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol: "Quem anda a tirar a carta de condução não está apto para conduzir". Que resposta merece? O Miguel Oliveira também não tem carta de condução e safa-se muito bem na sua vida. Eu só quero mesmo é ganhar ao Rio Ave.

Jogo de amanhã foi preparado com um conforto diferente sabendo que vai acabar como líder: O conforto é sempre o mesmo, ainda faltam muitas jornadas e não pensamos se temos um ou quatro pontos de vantagem. Agora perdemos um jogo e por isso a semana foi diferente, até porque a equipa já não sofria uma derrota há muito tempo e nesse aspecto foi diferente. Agora estamos preparados para ganhar e os jogadores não têm de pensar em mais nada.

Demasiadas alterações na Taça custaram essa eliminação? Não concordo até porque nós não fomos eliminados pelos jogadores que mudámos, agora o nosso objetivo de sempre é ganhar. Se nós temos dois jogos no espaço de três dias é normal que demos oportunidades a outros jogadores, caso contrário quando eles teriam essas oportunidades? 

Há um ano era avaliado em 10 milhões de euros e por essa cifra rumou a Alvalade. Qual é o seu valor de mercado nos dias de hoje? Hoje sou capaz de valer menos porque fomos eliminados para a Taça, agora não penso nisso e nem me interessa o assunto. Quero ser treinador do Sporting, sou muito feliz aqui e não penso em sair daqui, porque sou efetivamente muito feliz no Sporting. Dito tudo isto pouco me importa quanto valho ao dia de hoje.

Ausência de Luiz Phellype na Madeira: O Luiz Phellype ainda não está apto e daí que o Coates foi a alternativa que procurávamos para a frente de ataque, até porque era o jogador que precisávamos naquele momento.

Alterações na posição de ponta-de-lança a que se devem? Eu estou muito satisfeito com os meus jogadores. O Tiago Tomás e o Sporar vão alternando não tanto por estarem mal no jogo, mas por uma questão de frescura. Eu não tirei o Sporar por estar mal, só procurei isso sim um jogador mais fresco para colocar em campo (diante do Marítimo). 

Dificuldades a jogar em espaços reduzidos: Todas as equipas têm problemas em espaços reduzidos. Volto a dizer que se o Tiago Tomás tivesse feito golo (diante do Marítimo) tivesse feito golo tudo seria diferente. É normal que quando se perde esse tipo de situações sejam mais exploradas. 

Despedimento colectivo no clube: Uma coisa que me ultrapassa. Só queria endereçar um abraço, sobretudo ao Paulo Cintrão que esteve muitas vezes aqui ao meu lado. O futebol é mesmo assim e já nos habituou ao entre e sai dos clubes. 

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