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Taça fechada a 4 chaves e olhos no Clássico: As notas do Estrela-Benfica

Encarnados golearam no regresso, mais de 10 anos depois, de Jorge Jesus à Reboleira. Com uma equipa de segundas linhas, águias saíram para o intervalo a vencer por 1-0 e acabaram por marcar três golos de rajada.

Taça fechada a 4 chaves e olhos no Clássico: As notas do Estrela-Benfica

O Benfica voltou ontem, à Reboleira, casa que viu nascer Jorge Jesus para o futebol, e saiu da Amadora de barriga cheia de golos.

Depois de um primeiro tempo com apenas um tento certeiro, de Chiquinho, ao cair do pano, no segundo tempo as águias marcaram três, perante um Estrela que depois de lhe ver um tento anulado acabou por cair de rendimento.

Numa partida bem disputada, com as águias a alinharem sem a grande maioria dos seus habituais titulares, Chiquinho mostrou-se em bom plano, numa partida em que deu mostras do que poderá oferecer no futuro ao seu treinador.

O Estrela, sempre mais resguardado defensivamente, mostrou-se sempre que possível atrevido no ataque, obrigando mesmo Helton Leite a um bom par de defesas durante os 90 minutos.

Com Clássico à porta, as águias selaram de forma 'limpa' o seu passaporte para os quartos, esperando agora o vencedor da partida entre Fafe e Belenenses SAD.

Mas vamos às notas do jogo.

Homem do jogo: Chiquinho. O médio do Benfica foi o elemento que mais se destacou durante o tempo que esteve em campo. Sempre atento ao jogo, dando apoio no ataque e também bem a fechar no momento de voltar para trás, o bis foi o prémio perfeito para a sua exibição. Bate à porta do onze, mas está tapado por homens de confiança de Jesus que deverão não perdê-la na Clássico.

Surpresa: Helton Leite. Aposta sempre que é possível rodar o onze base de Jesus, o guardião brasileiro voltou a provar que foi reforço de peso. Não foi muitas vezes chamado ao jogo, mas teve pelo menos um par de estiradas que merecem destaque. Muito seguro entre os postes, mostrou que pode ser alternativa no futuro caso aconteça alguma lesão a Odysseas

Desilusão: Samaris. O grego voltou a ser aposta no onze, mas foi dos atletas que Jorge Jesus mais vezes teve de corrigir em campo, sobretudo no primeiro tempo. Notoriamente com alguma falta de ritmo, o centrocampista terá de pedalar para poder voltar a pensar em ser opção regular no onze de JJ.

Treinadores:

Rui Santos: Apresentando no relvado da Reboleira uma equipa muito organizada, o técnico dos amadorenses surpreendeu ao conseguir segurar o poderoso Benfica a zeros quase até ao intervalo. A sua equipa joga um futebol divertido, rotinado e com 'esperteza' de quem busca o golo sempre que possível. Boa partida dos seus jogadores apesar do resultado pesado.

Jorge Jesus: Mexeu na equipa trocando grande parte das suas opções iniciais já a pensar no Clássico e fez bem. Deu minutos a atletas que os têm tido menos, mas nem por isso a qualidade do futebol das águias baixou por aí além. Frente a um adversário mais modesto, os encarnados voltaram a mostrar algum desacerto ofensivo, sendo que as perdidas de Waldschmidt, no segundo tempo, e de Seferovic, no primeiro, são exemplo disso. 

Árbitro: João Bento. Teve um jogo tranquilo e comandou sempre os 22 jogadores em campo de forma imparcial. Sempre que as temperaturas subiram um pouco entre rivais, soube parar, observar e... admoestar na medida certa. Nota positiva para o árbitro que ainda teve de ligar com alguns lances de VAR.

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