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Leão segura vitória à custa de Potinato: As notas do Sporting-Moreirense

Leões sofreram para vencer o Moreirense em Alvalade, numa partida marcada por lances infelizes de Pasinato. Verde e brancos somam 22 pontos à passagem da jornada 8 e continuam na liderança isolada do campeonato.

Leão segura vitória à custa de Potinato: As notas do Sporting-Moreirense

Jogar frente a uma equipa que acabou de mudar de treinador é sempre tarefa complicada, mas quem tem um Pote como Pedro Gonçalves... só precisa de uma pequena ajuda da sorte ou do azar.

O menino que chegou de Famalicão continua a mostrar que é elemento-base para o sucesso verde e branco e este sábado, regressado de lesão, voltou a dar brilho a um leão apagado no ataque.

Respondendo a um autogolo madrugador de Neto, com a defesa dos leões apanhada em contra-pé, o camisola 28 só precisou de 8 minutos em campo para faturar.

Depois de uma má abordagem da defensiva cónega, o centrocampista leonino foi mais rápido que Fábio Pacheco e fez o empate em Alvalade.

O jogo entrou novamente no toada de domínio, mas um domínio sem a expressão que faz vibrar os adeptos: o golo. O intervalo chegou com um empate e muitas dificuldades para encontrar o caminho do golo.

O segundo tempo foi igual ao primeiro. O Sporting ia comandando a partida, acerta nos postes, mas não conseguia encontrar o caminho para o golo até que... Pasinato facilitou. Depois de um remate de Pedro Gonçalves do meio da rua, o guardião do Moreirense comprometeu (e de que maneira) abrindo caminho para a que já parecia improvável vitória do Sporting. 

Mas vamos às notas do jogo.

Homem do jogo: Pedro Gonçalves. O mercado é, como o sabemos, por vezes, um pote de surpresas, mas este menino não engana. Depois de ter brilhado em Famalicão, o médio é a estrela maior da constelação leonina. Transformou uma equipa que tinha sido privada, pelo mercado, de uma das suas principais referências e quase o fez esquecer. Somou ontem mais um bis e o nono golo em oito jornadas de I Liga. Se continuar assim, os colossos europeus que preparem as carteiras.

Surpresa: Gonçalo Franco. Procurou, sobretudo no primeiro tempo, ter a bola nos pés sempre que possível. Sem medo de segurar o jogo, foi fazendo o possível face a um adversário com outros argumentos. Não se destacou particularmente em nenhum lance de perigo para qualquer das balizas, mas para um médio, por vezes, não ser muito visto também é bom sinal. 

Desilusão: Pasinato. Tem por norma jogos entre os postes que valem pontos, mas este sábado o guardião do Moreirense apresentou-se abaixo do que já habituou os adeptos de futebol. No lance do primeiro golo, ainda que muito pressionado, socou uma bola para a frente quando podia e devia ter resolvido melhor. Deixou-a à mercê de Pote, que não se fez rogado. No lance do segundo golo, teve uma abordagem deficiente, transformando um remate de longa distância... no golo que faria o resultado final. 

Treinadores:

Rúben Amorim: Parece já ter encontrado o seu 11 titular e ontem mexeu pouco face a jornadas anteriores. Com João Mário já a subir de rendimento, trocou-o por Matheus Nunes, dando mais balanceamento ofensivo à sua equipa. Fez regressar Pote e voltou a dar a titular a Sporar. Começou a partida a 'carregar', como parece ser seu apanágio, mas foi surpreendido por um golo na própria baliza. Manteve a calma e foi recompensado, mas podia ter puxado mais pelos leões no primeiro tempo. No segundo, com o jogo empatado, demorou a sacar soluções do banco, mas voltou novamente a sair dos 90 minutos com um sorriso graças ao suspeito do costume.

César Peixoto: Começou o seu percurso no Moreirense à distância, teve até pouco tempo para trabalhar quando tinha acabado de chegar. Porém, apesar de a sua equipa ter tido pouca expressão atacante durante todo o encontro, soube manter a estrutura das suas ideias durante todo o jogo e dificultou muito a vida a um leão que parece já só estar habituado a vencer. Sai do primeiro desafio como timoneiro cónego com nota positiva apesar da derrota - muito marcada por erros de Pasinato

Árbitro: Vitor Ferreira. Durante o primeiro tempo deixou o jogo demasiado solto e acabou por manter o critério praticamente todo o encontro. O primeiro amarelo da partida chegou já depois do minuto 70. Em termos de lances capitais, teve alguns para decidir em cima do minuto, mas saiu também ele com nota positiva da partida.

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