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Pasinato diz que ser o guarda-redes com mais defesas na I Liga o valoriza

Totalista nas 24 jornadas do campeonato já realizadas, o guardião brasileiro, de 27 anos, já defendeu 89 remates, , segundo dados da Liga de Clubes, mas, apesar de ver esse número como "bom", realçou que a sua prioridade é ajudar o clube da vila de Moreira de Cónegos, atual oitavo classificado da tabela, com 30 pontos.

Pasinato diz que ser o guarda-redes com mais defesas na I Liga o valoriza
Notícias ao Minuto

19:46 - 24/04/20 por Lusa

Desporto Moreirense

O guarda-redes Mateus Pasinato, do Moreirense, mostrou-se hoje agradado por ter o maior número de defesas na I Liga portuguesa de futebol, mas lembrou que os objetivos do clube são mais importantes.

Totalista nas 24 jornadas do campeonato já realizadas, o guardião brasileiro, de 27 anos, já defendeu 89 remates, , segundo dados da Liga de Clubes, mas, apesar de ver esse número como "bom", realçou que a sua prioridade é ajudar o clube da vila de Moreira de Cónegos, atual oitavo classificado da tabela, com 30 pontos.

"[Esse registo] tem o lado bom, porque o nosso nome fica em alta, mas é um dado que talvez não tenha relevância no final da competição. Ter mais ou menos defesas é algo que está abaixo dos objetivos do clube. Quero é ajudar o clube", disse aos jornalistas, numa videoconferência promovida pelo emblema 'cónego'.

O jogador reconheceu que o principal objetivo do clube de Guimarães para a temporada 2019/20 é a permanência no escalão principal, mas, numa altura em que a equipa tem mais 14 pontos do que o 17.º classificado (Portimonense), assumiu o desejo de ver o Moreirense tentar melhorar o sexto lugar em que terminou a época passada.

"Almejamos conseguir a melhor classificação para o Moreirense na I Liga. Na época passada, o clube conseguiu a melhor classificação da história. Se conseguirmos melhor nesta época, até atingimos a Liga Europa. Isso ajuda-nos a entrar em campo com um objetivo, mas não é um peso, nem um fardo. Não nos vamos martirizar por não superarmos esse lugar", esclareceu.

Emprestado pelo XV Piracicaba, do Brasil, Mateus Pasinato admitiu que o Moreirense dispõe de uma opção para a sua compra, tendo dito que a eventual ativação dessa cláusula é a prova de que o seu trabalho está a "corresponder às expectativas", num clube em crescimento, que está a "construir uma academia" e procura "boas classificações".

Com o campeonato suspenso desde 12 de março devido à pandemia de covid-19, o guarda-redes admitiu estar ansioso pelo regresso ao trabalho, até pela necessidade de "contacto com a bola e com o relvado" que a sua posição requer, ainda por cima num campeonato em que o jogo de pés é mais exigente do que estava habituado no Brasil.

"O futebol português exige muito mais taticamente de todos nós. O jogo de pés é muito mais colocado em prática. Temos sempre de treinar para melhorar, seja no jogo com os pés, seja nos outros aspetos", admitiu.

Depois de ter crescido a ver guarda-redes brasileiros como Dida e Rogério Ceni, contra quem chegou a jogar, Pasinato confessou o desejo de progredir na carreira e de jogar em "grandes campeonatos", tendo dito que os guarda-redes em que mais se inspira são o compatriota Alisson Becker, o alemão Marc-André Ter Stegen e o esloveno Jan Oblak.

De férias até 30 de abril, o futebolista manteve-se em Portugal no último mês e meio, com a esposa e os dois filhos, mas revelou estar atento à forma como o Brasil está a lidar com a pandemia, tendo expressado a opinião de que o Presidente, Jair Bolsonaro, tem sido "infeliz" em algumas das declarações proferidas.

"A situação no Brasil não está tão acentuada como em alguns lugares da Europa, mas isso não implica que não sejam necessárias medidas preventivas. O Presidente tem sido infeliz em algumas declarações, apesar de já ter feito outras coisas boas. Esperemos que o Brasil, Portugal e o resto do mundo possam sair da pandemia o mais rapidamente possível", observou.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 200 mil mortos e infetou mais de 2,7 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 720 mil doentes foram considerados curados.

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