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"Quando uma pessoa vive algo assim pode chegar a casa e suicidar-se"

A dura realidade pela qual Kameni passou na Liga espanhola e continua, nos dias de hoje, a ser um dos temas mais falados no desporto mundial: os insultos racistas proferidos nos estádios.

O guardião Carlos Kameni chegou a Espanha aos 19 anos para representar o Espanyol de Barcelona, prosseguindo depois a sua carreira desportiva ao serviço do Malaga.

Em declarações reproduzidas, nesta terça-feira, pela imprensa vizinha, o futebolista nigeriano recorda os tempos difíceis que viveu em Espanha, após a sua chegada.

Um período em que era vítima da fúria dos adeptos do clube rival que proferiam insultos racistas durante os encontros.

"Hoje falo deste tema, mas até há bem pouco pensei que não voltaria a falar. Pensava que era uma luta perdida", começou por dizer Kameni, antes de recordar o seu 14.º jogo na La Liga em que, aos 20 anos, viveu um episódio que nunca mais esqueceu no Estádio da La Romareda, casa do Real Zaragoza

"Até crianças imitavam o gesto de adultos [som de macacos]. Quando uma pessoa vive algo assim pode chegar a casa e suicidar-se. Não pensava que algo assim se podia passar num país como este", referiu o guardião, atualmente ao serviço do Fernerbahçe.

Confira o vídeo das declarações de Kameniclicando na imagem acima.

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