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Incertezas no centro da defesa deixam baliza do leão demasiado exposta

Problemas defensivos têm afetado os resultados do Sporting. Os números não são nada animadores.

Incertezas no centro da defesa deixam baliza do leão demasiado exposta

Na presente temporada, o Sporting tem demonstrado dificuldades em obter os resultados pretendidos. Na origem das más prestações aparenta estar o fraco rendimento defensivo da equipa, agora orientada por Silas.

Em 2019/20, o emblema verde e branco já realizou 20 jogos oficiais, ao longo dos quais sofreu 28 golos. Em média, os leões concedem 1.4 golos por encontro. Olhando apenas para o campeonato, os números são igualmente desanimadores: nas 12 primeiras jornadas da Liga NOS, o Sporting encaixou 15 golos, o que se traduz numa média de 1.25 golos sofridos por encontro.

À 12.ª jornada da anterior edição do campeonato, o Sporting registava 12 golos sofridos. No final da época, e já depois de terem disputado um total de 54 partidas oficiais, os verde e brancos sofreram 52 golos - 0.96 por jogo.

Se o registo leonino já preocupava em 2018/19, em 2019/20 consegue ser ainda mais alarmante. E as diferentes equipas técnicas que o Sporting teve esta época testaram várias soluções para o eixo defensivo do leão. Até agora, nenhuma delas parece ter resultado.

Falta de consistência no eixo defensivo

Os leões entraram na temporada com o pé esquerdo, perdendo (5-0) com o rival Benfica na Supertaça. Marcel Keizer, então técnico leonino, apostou num esquema que contemplava três centrais: Coates, Mathieu e Luís Neto foram os escolhidos.

A estratégia esteve longe de dar os frutos pretendidos e, no arranque do campeonato, no empate (1-1) com o Marítimo, o internacional português que tinha acabado de chegar foi o preterido de Keizer, que escalou uma equipa titular com apenas dois jogadores no centro da defesa, Coates e Mathieu - a dupla habitual. E assim fez até ser despedido pela direção encabeçada por Frederico Varandas.

Na sua estreia como treinador principal do Sporting, diante do Boavista, Leonel Pontes apostou em Neto, desta feita ao lado de Mathieu, numa alteração forçada pela expulsão de Coates no jogo anterior, diante do Rio Ave. Frente ao PSV, para a Liga Europa, o francês foi poupado e Neto foi novamente titular, fazendo dupla com Coates no eixo da defesa verde e branca.

Nova aposta, os mesmos problemas

A chegada de Silas, contudo, foi responsável pelo aparecimento de uma nova 'carta' para o 'baralho' defensivo dos leões: Tiago Ilori.

Contratado em janeiro do ano passado, o central português tardou em ganhar o seu espaço em Alvalade, mas aparenta, agora, ter a confiança do novo técnico verde e branco. Seja ao lado de Coates, de Mathieu ou mesmo de Neto, como aconteceu na eliminação da Taça de Portugal, aos pés do Alverca. Isto depois de o Sporting ter contratado, no último verão, o internacional português ex-Zenit, que tinha tudo para ser a alternativa direta aos habituais titulares ou mesmo o parceiro destes, numa defesa com três centrais.

É verdade que os leões apresentam um registo defensivo mais positivo com Silas, que, em 11 jogos, concedeu golos em sete ocasiões (0,64 golos sofridos por jogo). Um registo que contrasta com o de Ilori que, nos oito jogos que realizou de leão ao peito em 2019/20, viu a sua equipa sofrer nove golos (1.1 golos sofridos por jogo).

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