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Loum foi 'rastilho' para a magia de Zé Luís. As notas do FC Porto-Paços

Portistas não tiveram dificuldades para vencer o Paços de Ferreira, mas a equipa pacense apresentou-se em bom nível no Dragão.

Loum foi 'rastilho' para a magia de Zé Luís. As notas do FC Porto-Paços

O FC Porto precisava de vencer para manter a pressão ao líder Benfica e foi isso que fez na noite de segunda-feira ao derrotar, de forma tranquila, o Paços de Ferreira por 2-0, no jogo que marcou o encerramento da jornada 12 da I Liga.

Os dragões mantiveram o domínio no encontro de início ao fim, mas o Paços de Ferreira deixou uma boa imagem no encontro, apresentando-se quase sempre de forma muito organizada.

Apesar do domínio do FC Porto, a primeira parte esteve longe de ser emocionante e contou com poucas oportunidades de golo. Os portistas foram sempre tendo mais bola, mas a estratégia montada por Pepa foi impedindo que a equipa da casa inaugurasse o marcador mais cedo.

Os portistas não conseguiam criar situações de perigo através de bola corrida, mas foi com recurso a uma bola parada que abriram o marcador. Na sequência de um pontapé de canto, Loum saltou mais alto que toda a gente e deixou em euforia o adeptos presentes no Dragão. Foi o primeiro golo do médio senegalês com a camisola do FC Porto.

O Paços de Ferreira, pese a desvantagem, não baixou os braços e procurou sempre criar perigo junto da baliza adversária. De realçar o remate de Hélder Ferreira, ainda na primeira parte, que obrigou a uma defesa apertada de Marchesín.

Os pacenses entraram para a etapa complementar na mesma toada com que tinham deixado os primeiros 45 minutos, mas o FC Porto não permitiu muitos avanços ao adversário e foi criando diversas oportunidades que colocaram em sentido Ricardo Ribeiro, guardião que teve de se aplicar em duas ou três ocasiões para impedir o segundo golo dos portistas.

Ainda assim, o guarda-redes não foi capaz de impedir aquele que foi o momento da noite pelos pés de Zé Luís. A cruzamento de Alex Telles, o cabo-verdiano dominou de peito e desferiu um espetacular pontapé acrobático que só terminou no fundo das redes.

Notas do jogo:

Figura: Zé Luís regressou neste jogo ao convocados de Sérgio Conceição, depois de uma ausência por lesão, e não podia ter pedido melhor regresso. Começou a partida no banco de suplentes - entrou para o lugar do lesionado Aboubakar-, mas ainda foi a tempo de assinar aquele que foi o momento do jogo. O cabo-verdiano marcou um belo golo com um gesto técnico delicioso que resolveu o encontro.

Surpresa: Loum tem sido uma das principais figuras do FC Porto nos últimos tempos, aproveitando da melhor forma o castigo aplicado a Uribe. O facto de ter vindo a ter mais minutos de jogo tornou-o num jogador mais confiante na abordagem aos lances, mas também na forma como conduz a bola. Coroou a boa exibição com a estreia a marcar com a camisola dos azuis e brancos.

Desilusão: Corona esteve a anos luz do que já demonstrou com a camisola portista, isto depois de se ter apresentado a bom nível no jogo com o Young Boys. Falhou muitas vezes na hora da decisão, e acabou a partida sem criar qualquer situação de perigo, ele que até é um dos elementos mais desequilibradores no plantel de Sérgio Conceição.

Treinadores:

Sérgio Conceição: Sabia que não podia perder pontos dado que corria o risco de ficar ainda mais longe do líder Benfica e fez apenas uma alteração em relação à partida com o Young Boys. Percebeu que o Paços de Ferreira entrou no jogo à procura de condicionar a ocupação dos espaços, obrigando a que Marega e Aboubakar procurassem mais zonas interiores. Apesar do jogo baixo do adversário, conseguiu que a sua equipa fosse entrando no bloco adversário em lances de bola parada como no primeiro golo. No segundo tempo, a equipa entrou mais confiante, mas não conseguia marcar, até que surgiu o golo de Zé Luís.

Pepa: Colocou em campo uma equipa à sua imagem, mas que não tem conseguido tirar os dividendos que pretende. Montou uma estratégia de condicionamento à criatividade dos elementos adversários, o que obrigou a que o FC Porto procurasse mais o jogo interior. E aí os castores cumpriram com algum sucesso a sua tarefa, conseguindo atuar bem na ocupação dos espaços. A sua equipa foi essencialmente perigosa nas transições ofensivas, mas não conseguia ter cabeça na hora de finalizar, tirando uma ou outra excepção. Acabou a partida expulso por protestos.

Arbitragem:

Jogo fácil e tranquilo para Tiago Martins. Esteve bem no critério da amostragem dos cartões amarelos, sendo que existiu um ou outro lance em podia ter mostrado cartão. Expulsou do banco de suplentes Pepa, depois do treinador ter visto dois cartões amarelos por protestos.

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