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Nova 'traição' ao FC Porto foi grito de revolta após travessia no deserto

Uma grave lesão atirou o extremo para fora dos relvados durante quase oito meses. Regressou frente ao Desp. Aves, marcou ao V. Guimarães e agora foi de novo 'carrasco' para um clube que... já representou.

Nova 'traição' ao FC Porto foi grito de revolta após travessia no deserto
Notícias ao Minuto

07:20 - 27/04/19 por Fábio Aguiar 

Desporto Nuno Santos

Apesar de ter apenas 24 anos, Nuno Santos tem já muitas histórias para contar no futebol. Infelizmente, grande parte delas têm uma aspeto negativo em comum: as graves lesões. Nos quatro anos em que evoluiu na formação do Benfica, o extremo foi castigado várias vezes com problemas físicos e esta época, a segunda ao serviço do Rio Ave, não poderia ter começado pior.

Uma rutura de ligamentos no joelho esquerdo 'atirou-o' para fora dos relvados durante quase oito meses e trouxe à tona 'fantasmas' do passado.

No entanto, o momento é de glória para o jovem. O grande golo apontado esta sexta-feira ao FC Porto, 'picando' a bola sobre Casillas, permitiu ao Rio Ave iniciar a recuperação que viria a culminar no empate (2-2) e serviu de prémio para um jogador que ao longo dos últimos tempos virou (uma vez mais) guerreiro. 

A larga travessia no 'deserto' culminou agora com este grito de revolta, frente a um clube que representou entre 2004 e 2010. Aliás, trata-se da segunda 'traição' ao emblema azul e branco, já que na temporada transata, também em pleno Estádio dos Arcos, Nuno Santos apontou o golo que reduziu a desvantagem para 1-2. Na altura, os vila-condenses ainda sonharam com o empate, mas, ao contrário do encontro que agora abriu a 31.ª jornada, os golos de Danilo e Marega viriam a valer mesmo os três pontos. 

Cair, reerguer e... voltar a triunfar

Numa altura em que prespetivava uma época de 'explosão', o azar bateu-lhe novamente à porta. A 13 de julho, num jogo de preparação diante do Chaves, Nuno Santos contraiu essa grave lesão que o impediu de dar o contributo ao Rio Ave em dois terços da temporada. 

Entre o departamento médico e a reabilitação física, o extremo superou o sofrimento, contornou as dificuldades e conseguiu acreditar novamente num regresso triunfal. Nos momentos difíceis, os companheiros de equipa e toda a estrutura do clube de Vila do Conde desempenharam um papel fundamental, mas foi a família, a namorada e os amigos que serviram de suporte principal. 

O percurso foi duro e recheado de contratempos. Um jogo de treino frente à equipa de sub-23, em que até marcou um golo, confirmou a aptidão para o regresso, que viria a acontecer na partida com o Desp. Aves, no passado dia 31 de março.

Daí para cá, Nuno Santos assumiu a titularidade diante do V. Guimarães, marcou um dos golos do triunfo (2-1) e não mais saiu do onze. A 'pincelada' assinada na receção ao FC Porto foi a última de uma obra-de-arte que chegou a ser dramática, mas que, aos poucos, tem ganho contornos bem mais felizes. 

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