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"Não vale a pena ganhar na Luz e depois perder em casa"

Sérgio Conceição admite que será importante vencer o Benfica, mas recusa colocar o rótulo de "decisivo" no Clássico deste domingo.

"Não vale a pena ganhar na Luz e depois perder em casa"
Notícias ao Minuto

12:29 - 06/10/18 por Notícias Ao Minuto 

Desporto Sérgio Conceição

O FC Porto chega ao Clássico da sétima jornada do campeonato nacional à frente do Benfica, mas Sérgio Conceição não acredita que tal terá impacto direto no encontro. Na conferência de imprensa de antevisão ao Clássico, o técnico dos campeões nacionais garantiu, ainda, estar "preparado" para qualquer "surpresa" montada por Rui Vitória.

Surpresas no Clássico: Preparamo-nos para todos os cenários possíveis, dentro do que tem sido o passado recente do Benfica. Sabendo que poderá jogar um ou outro jogador de caraterísticas diferentes, o que poderá mudar, em diferentes momentos, uma ou outra situação. Temos que preparar a nossa equipa da melhor forma para fazer um bom jogo frente a um adversário difícil. Teremos de estar a um alto nível para conseguir vencer.

Regresso de Soares: Não tenho que formar o meu ‘onze’ em função do estatuto de um jogador. Tenho é que prepara um jogo, tenho que ver quem está ao melhor nível para que, dentro do que definimos como estratégia, nos dá melhores garantias para o sucesso. É sempre bom ter mais jogadores, neste caso o Tiquinho que não pode jogar na Champions. Mas isso não implica que teremos que mudar alguma coisa. A nossa forma de jogar, mesmo com os ‘onze’ que entram em campo, é possível ter nuances diferentes dependendo da zona ou do espaço que os jogadores ocupam. Tudo é trabalhado ao pormenor, sinto-me confortável porque tenho um grupo de jogadores inteligente, que percebem esses momentos.

Peso emocional: Perguntaram-me se preferia ter o jogo à porta fechada, sem público… Mesmo jogando na casa de um rival forte, com uma massa adepta apaixonada, prefiro jogar com estádios cheios. Tudo o que é jogar Clássicos, Liga dos Campeões, é sempre bom. As questões emocionais, de quem joga melhor, neste tipo de jogos nada entra. O jogo tem a sua história muito própria, que vai de acordo com a forma como se entra, com a estratégia, com o caráter. Estamos habituados nesta casa, até porque somos protagonistas, temos o Dragão sempre cheio. Gostamos é desses palcos.

Jogo decisivo: É importante pelos três pontos que ganhamos, e passarmos de uma vantagem de um para quatro pontos. Agora, se é decisivo… Obviamente que não, há todo um campeonato a fazer. É uma prova de regularidade, as equipas têm que manter um nível alto, porque qualquer deslize e andam quatro ou cinco equipas muito juntas. É importante e vale pelos três pontos que não deixamos ganhar o adversário, que é um rival direto. Obviamente que ganhar na casa de um rival tem impacto, mas é um impacto momentâneo. Não vale a pena querer ganhar em casa do Benfica e depois perder o próximo jogo em casa. É importante pela envolvência, acho que os confrontos diretos são importantes, mas não decisivos, em especial neste momento.

FC Porto a atacar defende melhor: As zonas onde temos a posse de bola é que é importante. Posso ter muita posse de bola passiva no meio-campo defensivo, e depois não ser eficaz onde devemos ter posse de bola. Uma equipa que ataca bem, independentemente de todas as nuances, o importante é estar organizada a atacar. O equilíbrio defensivo é fundamental.

Quem chega em melhor forma ao Clássico: Não gosto de entrar nesses desafios. Cada jogo tem a sua história. As equipas vêm de uma jornada europeia interessante, que não tem nada a ver com o nosso jogo na Luz. Sabemos que as duas equipas estão separadas por um ponto, o Benfica vai utilizar todas as suas armas para vencer, e nós vamos fazer o mesmo. O que se passou recentemente não vai interferir minimamente no jogo de amanhã.

Pesa mais ausência de Jardel ou de Aboubakar: Depende… No fim do jogo poderei responder de forma diferente. O que me preocupo é com a minha equipa, em encontrar soluções para a falta de um avançado que foi o melhor marcador em todas as provas. É um peso importante. Não o temos, temos de arranjar soluções. Com menos uma solução na Champions, o Tiquinho, não me queixei. Do outro lado, também não vejo a equipa do Benfica a chorar muito por situações que não pode dar a volta. Nós, treinadores, temos que arranjar soluções para a falta de um ou outro elemento. É a vida das equipas.

Na Luz à frente do Benfica: A pressão é sempre a mesa. Representamos um clube histórico, que, nos últimos 36 anos, ganhou muitas vezes. Estranho foi não ter ganho nos quatro anos antes de eu chegar aqui. Temos essa responsabilidade de dar uma resposta positiva, independentemente de ir à frente ou atrás. É um bom peso.

Adeptos vão despedir-se da equipa: No último ano foi fantástico, foram imagens que ficaram na nossa cabeça. É importante este mar azul, esta força que os adeptos têm junto da equipa, continuar, mesmo que tentem beliscar esta relação, mas é impossível. É uma ligação muito forte, como de pai para filho. Mesmo que haja uma ou outra incompreensão, há sempre essa ligação extraordinária entre os adeptos e a equipa.

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