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Lisboa Dance Festival com espaço dedicado a artes plásticas e performance

No Lisboa Dance Festival, festival dedicado à música eletrónica, cuja terceira edição decorre em março, haverá um espaço dedicado às artes plásticas e 'performances', em parceria com a BoCA -- Bienal de Arte Contemporânea, foi hoje anunciado.

Lisboa Dance Festival com espaço dedicado a artes plásticas e performance
Notícias ao Minuto

10:30 - 08/02/18 por Lusa

Cultura Março

A BoCA -- Bienal de Arte Contemporânea vai ocupar um dos espaços do Hub Criativo do Beato, que vai acolher o festival nos dias 09 e 10 de março, "com algumas obras de artistas que desenvolvem trabalho em torno da música, da dança e da 'performance'", refere a organização, num comunicado hoje divulgado.

Uma das obras, a primeira a ser revelada, "é uma vídeo-instalação de Dellsperger, 'Body Double 35', uma colaboração entre os artistas Brice Dellsperger (artista plástico) & François Chaignaud ('performer' e bailarino), este último artista residente da BoCA em 2017/2018".

Na obra, Dellsperger "fixa-se na segunda cena do filme 'Xanadu' (1980), de Robert Greenwald, que agora é interpretada pelo 'performer'/ bailarino François Chaignaud".

A primeira edição da BoCA decorreu de 17 de março a 30 de abril do ano passado, e apresentou uma programação, em Lisboa e no Porto, com 15 espetáculos em estreia mundial num contexto transdisciplinar, das artes visuais e performativas à música.

Com direção artística de John Romão, a programação da BoCA incluiu espetáculos de quatro dezenas de artistas portugueses e estrangeiros, entre os quais Salomé Lamas, Vhils, Vera Mantero, Musa Paradisíaca (Portugal) e Tania Bruguera (Cuba/Estados Unidos).

O Lisboa Dance Festival vai ocupar vários espaços do Hub Criativo do Beato com a mais recente música eletrónica estrangeira e portuguesa.

Durante os dois dias, haverá música em simultâneo nos seis espaços, do 'tecno' ao 'house', da 'eletro-disco' ao ao 'eletro-pop', para cerca de quatro mil pessoas, diariamente.

Do cartaz fazem parte artistas como Joe Goddard, NAO, Moomin, Steffi, Prins Thomas, KKing Kong, DJ Kitten, Rastronaut, Paraguaii, PGU Panic, Mirror People, DJ Marfox e Xinobi.

O festival terá também um espaço dedicado aos debates, tendo como um dos pontos centrais "o movimento cultural de Lisboa e a própria cidade".

Com coordenação do programador Rui Miguel Abreu, estes debates contarão com a presença, por exemplo, do músico e produtor Branko, de Ryan Miller, da plataforma Resident Advisor, da produtora Karla Campos e de Rui Murka, agente de artistas como Beatbombers e DJ Ride.

Entre os temas a discutir estão a imagem que Lisboa tem junto dos estrangeiros, o impacto que a música pode ter na cidade como destino turístico e a relação de marcas e empresas com a música.

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