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Teatro Nacional D. Maria II celebra 170 anos com dança, teatro e livros

Dança, apresentação da revista Cais, inauguração da exposição 'Teatro em cartaz', e a estreia de 'O impromptu de Versalhes', de Molière, celebram, hoje, os 170 anos do Teatro Nacional D. Maria II (TNDM), em Lisboa.

Teatro Nacional D. Maria II celebra 170 anos com dança, teatro e livros

© Lusa

Lusa
13/04/2016 06:23 ‧ há 9 anos por Lusa

Cultura

Lisboa

As celebrações iniciam-se ao final da tarde, no salão nobre, com a apresentação do livro da comédia 'O Impromptu de Versalhes', de Molière, numa tradução João Paulo Esteves da Silva, edição TNDM II/Bicho do Mato, e ainda de um número da revista Cais, dedicado ao D. Maria II, com direção editorial de Eunice Muñoz.

Ainda neste âmbito, é apresentado o catálogo da exposição 'Teatro em cartaz - A coleção do D. Maria II, 1853 - 2016', que é inaugurada pelas 18:00, com curadoria de Lizá Ramalho e Artur Rebelo.

A exposição reúne cartazes desde 1853 a 2016, isto é, de 163 dos 170 anos de comédias, dramas, revistas, monólogos levados à cena no teatro idealizado por Almeida Garrett, no ímpeto reformista liberal de Passos Manuel. O documento mais antigo da exposição é de "A assignatura d'el rei", "A Casa Mysteriosa" e "Um Homem de mau génio", de 1853.

Antes da inauguração são apresentados os teatros da Rede EUNICE, projeto de circulação de espetáculos do D. Maria II: Centro Cultural Gil Vicente, Sardoal, Santarém, Teatro Municipal Baltazar Dias, Funchal, e o Teatro Municipal de Vila Real.

Às 21:00, estreia-se a comédia em prosa e em um ato 'O impromptu de Versalhes', de Molière, com encenação de Miguel Loureiro, com entrada gratuita, devendo os ingressos ser levantados a partir das 17h00, na bilheteira do TNDM.

A partir das 23h00, haverá 'Dancetaria Nacional: uma festa no átrio do Teatro', com o DJ Nuno Lopes, no 'renovado Café Garrett'.

O Teatro foi inaugurado no 27.º aniversário da rainha D. Maria II, a 13 de abril de 1846, com a peça "'Álvaro Gonçalves, o magriço, ou os doze de Inglaterra', um drama histórico em cinco atos, de Jacinto Heliodoro de Loureiro.

Garrett, que também fundou o Conservatório, pretendia criar um repertório nacional, segundo a corrente intelectual da época, para formar um público mais instruído, crítico e seletivo.

No dia 2 de dezembro de 1964, o edifício sofreu um incêndio, quando estava em cartaz "'Macbeth', de Shakespeare, pela Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro. Foi restaurado e reinaugurado catorze anos depois.

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