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Adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea reabre na sexta-feira

O processo de adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), plataforma de circulação, divulgação e promoção da arte contemporânea, reabre na sexta-feira, anunciou hoje a Direção-Geral das Artes (DGArtes).

Adesão à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea reabre na sexta-feira
Notícias ao Minuto

19:58 - 18/01/24 por Lusa

Cultura Arte

A adesão à RPAC visa "entidades proprietárias e/ou gestoras de equipamentos culturais, sediadas em território nacional, que promovam atividades de valorização e dinamização da arte contemporânea", recorda a DGArtes, num comunicado publicado hoje no seu site oficial.

A primeira fase de adesão à RPAC decorreu entre 15 de setembro e 18 de novembro de 2022. Quando reabrir, na sexta-feira, "o processo de credenciação passará a estar aberto em regime de permanência, sem interrupções, para as demais entidades que queiram submeter futuramente os seus pedidos".

Em fevereiro do ano passado, ficou a saber-se que a RPAC integra 58 entidades que dinamizam 66 espaços de fruição e criação artística, em 36 concelhos portugueses do continente e ilhas.

Dos 66 espaços, seis são no Alentejo, três no Algarve, 16 na Área Metropolitana de Lisboa, 14 na Região Centro, 24 no Norte -- 14 na área Metropolitana do Porto --, dois na Região Autónoma da Madeira e um na Região Autónoma dos Açores.

Entre os equipamentos credenciados na primeira fase estão a Appleton, a Galeria Zé dos Bois, o Museu Arpad Szenes Vieira da Silva, o Museu Nacional de Arte Contemporânea -- Museu do Chiado e a Culturgest, em Lisboa, o Museu de Arte Contemporânea da Madeira, na Calheta (Ilha da Madeira), a Casa do Design de Matosinhos, a Fundação de Serralves e a Casa São Roque, no Porto, o Centro de Arte Oliva, em São João da Madeira, o gnration, em Braga, o Museu Jorge Vieira -- Casa das Artes, em Beja, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas, o LAC, em Lagos, o Arquipélago -- Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande (Ilha de São Miguel), o Antigo Matadouro de Évora e a Solar -- Galeria de Arte Cinemática, de Vila do Conde.

O diploma do Governo que criou a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, publicado em 11 de maio de 2021 em Diário da República, define-a como uma plataforma de dinamização que irá promover a interação de 120 instituições dispersas pelo país, já identificadas.

Este projeto em rede foi iniciado com a instalação do Centro de Arte Contemporânea de Coimbra, a partir do conjunto das obras pertencentes à coleção do ex-Banco Português de Negócios (BPN), na mesma altura em que o Governo desencadeou um mapeamento dos espaços vocacionados para a arte contemporânea no território nacional.

Entretanto, estão abertas até às 18h00 de hoje as candidaturas ao programa de apoio no âmbito da RPAC, com uma dotação de dois milhões de euros.

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