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Festival Live in a Box em abril com concertos em Bragança, Lisboa e Faro

O brasileiro Moreno Veloso, os portugueses Carlão, Luísa Sobral e Sara Correia estão entre os artistas que compõem o cartaz do Festival Live in a Box, que decorre em abril, em Bragança, Lisboa e Faro, foi hoje anunciado.

Festival Live in a Box em abril com concertos em Bragança, Lisboa e Faro
Notícias ao Minuto

16:48 - 02/02/22 por Lusa

Cultura Festival

"De 14 a 16 de abril de 2022, o Teatro Municipal de Bragança, o São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, e o Teatro das Figuras, em Faro, abrem as portas à 1.ª edição do Festival Live in a Box. Cada sala receberá dois concertos por dia e o cartaz conta com nomes reconhecidos e consagrados da música Lusófona e Ibérica", refere a empresa de agenciamento e produção cultural Fado in a Box, que organiza o festival, num comunicado hoje divulgado.

Os brasileiros Moreno Veloso e Luca Argel, os portugueses Carlão, Cristina Branco, Fogo Fogo, Júlio Resende, Luísa Sobral e Sara Correia e o espanhol Carles Dénia compõem o cartaz.

"O elenco de artistas circulará entre as três cidades, instrumentando a música e a cultura como forma de diminuir as assimetrias regionais e os evidentes desequilíbrios entre o interior e o litoral", lê-se no comunicado.

O primeiro Festival Live in a Box decorreu 'online', em maio de 2020. A primeira edição física esteve marcada para março do ano passado, mas foi adiada para este ano devido à pandemia da covid-19.

"Na Primavera de 2022, e após o adiamento da edição de 2021, vamos finalmente 'sair da caixa' e do 'streaming'. Voltaremos a estar perto das pessoas para transmitir-lhes o que só com música ao vivo é capaz, levando ao público uma representação das mais belas que encontramos nestes territórios que são a lusofonia e a ibéria", refere a organização.

A Fado in a Box recorda que o festival surgiu "a partir de duas necessidades emergentes durante a pandemia: fazer com que a música chegasse ao público, num período no qual o país se encontrava sob total isolamento social, e estimular a profissionalização do sector artístico e de todos os que com ele colaboram, criando uma lógica de remuneração para os artistas que fizeram parte do cartaz do festival, assim como as suas equipas".

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