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Sofia Dias & Vítor Roriz abrem-se a outros intérpretes para 'Escala'

A peça 'Escala', da dupla de artistas Sofia Dias & Vítor Roriz, que aborda a ideia de corpo como coletivo e social, estreia-se na quinta-feira no Teatro do Bairro Alto (TBA), em Lisboa, encerrando o projeto 'Infiltração'.

Sofia Dias & Vítor Roriz abrem-se a outros intérpretes para 'Escala'
Notícias ao Minuto

14:06 - 27/10/21 por Lusa

Cultura Palco

O novo trabalho de dança, que será apresentado no palco do TBA até sábado, tem direção artística de Sofia Dias & Vítor Roriz, interpretação de Alice Bachy, Bruno Brandolino, Luís Guerra, Natacha Campos, Sofia Dias e Vítor Roriz, desenho de luz de Nuno Borda de Água e objeto cenográfico de Gonçalo Barreiros.

Em 2020, Sofia Dias e Vítor Roriz planearam passar seis meses no TBA, numa estadia a que chamaram "Infiltração" para criar um processo de experimentação coletiva, que ligaria a dupla de coreógrafos àquele espaço cultural.

Com a pandemia, o culminar desta residência tem sido adiado, mas finaliza-se com a estreia de "Escala", uma peça para seis intérpretes que vem quebrar com o habitual trabalho em dupla de bailarinos e coreógrafos.

De acordo com a sinopse da peça, "Escala" pretende "abranger a ideia de corpo coletivo/social que tem permanecido à margem do trabalho predominantemente em dueto desta dupla", numa "mudança de perspetiva que permite aprofundar lógicas de composição, tomar decisões que escapam aos processos internos do intérprete-autor e expandir para outros corpos aquilo a que relutantemente chamam vocabulário".

"Todas as nossas ideias de agora parecem-nos do passado, mas o que se passa hoje é demasiado avassalador para que alguma ideia nova o consiga capturar. O que podemos fazer é, através do embate das ideias antigas com o mundo de hoje, tentar vislumbrar uma pista, um indício que nos faça divergir por reação -- o que é manifestamente insuficiente", explicam os dois criadores num texto sobre a peça.

E acrescentam: "Mas à falta de melhor, por hábito ou necessidade, por teimosia ou insatisfação, por prazer ou melancolia, por não sabermos estar parados ou porque nos parece indecoroso parar, decidimos avançar com este projeto feito de ideias antigas. A ver se em algum momento somos surpreendidos com a inevitabilidade de uma ideia mais adequada a este tempo".

O espetáculo, com duração de 60 minutos, será apresentado na sala principal do TBA, que participa da coprodução, em conjunto com A Oficina.

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