Meteorologia

  • 22 JUNHO 2021
Tempo
17º
MIN 15º MÁX 23º

Edição

OperaFest regressa a Lisboa com duas estreias e uma 'rave' operática

O festival de ópera ÓperaFest regressa a Lisboa de 20 de agosto a 11 de setembro, em segunda edição, com duas estreias, uma 'rave' operática e o jardim do Museu Nacional de Arte Antiga por cenário, anunciou a organização.

OperaFest regressa a Lisboa com duas estreias e uma 'rave' operática
Notícias ao Minuto

22:05 - 11/05/21 por Lusa

Cultura Ópera

Com direção artístca da soprano Catarina Molder, o ÓperaFest vai fazer a estreia nacional de 'A Médium', de Gian-Carlo Menotti, e a estreia absoluta de 'Até que a morte nos separe', de Ana Seara, compositora residente, tal como na edição anterior.

'A Médium', ópera dramática em dois atos com libtreto e composição de Gian Carlo Menotti, foi apresentada ao público pela primeira vez em maio de 1946, na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

A ópera, que pode ser vista pela primeira vez em Portugal, fica em cartaz no OperaFest, nos dias 28 e 29 de agosto, às 21:30, e conta a história de Madame Flora, uma médium farsante que acaba por sucumbir à sua própria armadilha.

'A Médium' vai ser dirigida pela maestrina Rita Castro Blanco, e constitui a primeira encenação operática da atriz Sandra Faleiro.

A compositora Ana Seara, por seu lado, apresenta, em estreia absoluta, a sua ópera 'Até que a morte nos separe', a partir do conto homónimo de Ana Teresa Pereira, nos dias 03 e 04 de setembro, às 21:30. Encenada por António Pires, a ópera será dirigida pelo maestro Jan Wierzba.

O Ensemble MPMP (do Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa) e o Nova Era Vocal Ensemble, tal como na edição anterior, são a orquestra e coro residentes do festival, que também prevê a apresentação da cantata cénica 'Mahagonny Songspiel', a primeira colaboração entre Bertolt Brecht e Kurt Weill.

Em declarações à agência Lusa, Catarina Molder não quis adiantar os elencos, referindo que vai protagonizar a ópera 'Madame Butterfly', de Puccini, numa encenação da coreógrafa Olga Roriz e direção do maestro convidado principal Jan Wierzba.

A ópera, que conta os amores e desventuras da japonesa Cio-cio San e do tenente da marinha mercante norte-americana Pinkerton, estará em cena nos dias 20, 21, 23, 25 e 27 de agosto, sempre às 21:30.

Catarina Molder sublinhou à Lusa a "aposta no talento nacional", reafirmada pelo festival, nesta segunda edição, e "uma programação 'super' diversificada" abrangendo diversos públicos.

Da programação consta ainda uma gala de ópera, 'Alma em Fogo', no dia 07 de setembro, às 21:30, apresentando "uma galeria de heróis e anti-heróis, de personagens bons que lamentam o seu infortúnio, e outras que rejubilam com a desgraça provocada", segundo texto de apresentação da produção.

No dia 09 de setembro, às 21:30, acontece a 'Maratona Ópera XXI', o concurso para novas árias.

Da programação consta ainda 'Máquina Lírica', com aulas de canto para amadores, aulas/debate e conferências em torno de temáticas operáticas.

O festival encerra no dia 11 de setembro, com a 'rave' operática 'Mostra-me o caminho do próximo bar', título que remete para os primeiros versos da 'Alabama Song', da 'Mahagonny Songspiel'.

Leia Também: Obra de Ulrike Ottinger em retrospetiva em outubro no DocLisboa

Recomendados para si

Seja sempre o primeiro a saber.
Quinto ano consecutivo Escolha do Consumidor para Imprensa Online.
Descarregue a nossa App gratuita.

Apple Store Download Google Play Download

Campo obrigatório