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'Nomadland' de Chloé Zhao vence melhor filme do Sindicato de Realizadores

O filme 'Nomadland', de Chloé Zhao, venceu, no sábado, o prémio de melhor longa-metragem nos prémios do Sindicato dos Realizadores da América (DGA, na sigla inglesa), na última grande cerimónia antes do Óscares.

'Nomadland' de Chloé Zhao vence melhor filme do Sindicato de Realizadores
Notícias ao Minuto

14:33 - 11/04/21 por Lusa

Cultura Filmes

A realizadora, que foi a segunda mulher a vencer aquele prémio, dedicou o discurso de vitória aos colegas nomeados: "Quero agradecer-vos por me ensinarem tanto e por me apoiarem. Vocês tornaram esta viagem muito mais especial", disse a realizadora de 39 anos.

Até agora, apenas uma mulher tinha ganhado o troféu de melhor longa-metragem nos prémios da DGA: Kathryn Bigelow, em 2009, por "Estado de guerra".

Também indicados na categoria principal foram os realizadores David Fincher ("Mank"), Emerald Fennell ("Promising Young Woman") e Lee Isaac Chung ("Minari").

A obra de Chloé Zhao é considerada a grande favorita aos Óscares deste ano.

Chloé Zhao, natural de Pequim, disse que espera que através do seu filme os espectadores possam "experimentar a vida de pessoas que podem ver como o outro e assim sentirem-se menos solitários".

Segundo a realizadora, o filme serviu também como "uma saída e um remédio para a sua solidão muito intensa".

"Sound of Metal", de Darius Marder, conquistou o prémio de melhor estreia na realização, enquanto, no campo da televisão, foi premiada a realização da série "Gambito de Dama", de Scott Frank.

"Nomadland - Sobreviver na América", terceira longa-metragem de Chloé Zhao, acompanha Fern (a atriz Frances McDormand), uma mulher que decide abandonar a vida convencional na cidade, atingida por uma crise económica, para ser nómada, numa carrinha.

O filme, que obteve os Globos de Ouro de melhor drama e melhor realização, está indicado ainda para os BAFTA (que terminam hoje a entrega dos galardões deste ano, distribuída em dois dias devido à pandemia de covid-19) de melhor fotografia, argumento adaptado e atriz principal, entre outros.

Se no ano passado a DGA preferiu Sam Mendes ("1917") a Bong Joon-ho ("Parasitas"), os galardões do sindicato previram corretamente o vencedor dos Óscares nos seis anos anteriores.

Embora menos importantes que os Globos de Ouro e que os SAG, os prémios da DGA são mais antigos e seus 18.000 eleitores, incluindo os melhores realizadores do setor, oferecem um reconhecimento de prestígio.

Tratou-se da 73.ª edição dos prémio DGA.

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