Meteorologia

  • 25 SETEMBRO 2022
Tempo
17º
MIN 16º MÁX 24º

"Portugal perdeu hoje uma das suas grandes referências artísticas"

O presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, considerou hoje que João Cutileiro foi um dos nomes maiores da escultura portuguesa e que, com a sua morte, Portugal perdeu uma das suas grandes referências artísticas.

"Portugal perdeu hoje uma das suas grandes referências artísticas"

João Cutileiro morreu hoje, aos 83 anos, após ter estado internado num hospital de Lisboa com graves problemas do foro respiratório.

"Portugal perdeu hoje uma das suas grandes referências artísticas", afirmou o presidente da Assembleia da República, numa mensagem enviada à agência Lusa.

Para Ferro Rodrigues, João Cutileiro "foi um dos nomes maiores da escultura portuguesa, sucedendo, na dimensão da sua obra, ao mestre Leopoldo de Almeida - de quem foi aluno, nos anos 50 do século passado, depois de ter colaborado com Jorge Barradas e António Duarte".

Ferro Rodrigues destaca depois uma geração de artistas que, com João Cutileiro e através da escultura, "ajudou a revisitar a identidade portuguesa".

"Afirmava que o desenho era a origem de tudo, e depois de deixar a sua marca na paisagem portuguesa - merecendo destaque, pela rutura que constituíram, as obras instaladas no centro de Lagos, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, mas, igualmente, no Palácio de Mateus, em Vila Real, ou na Assembleia da República, onde se encontra o busto de Natália Correia, de 1999 -, era pelo desenho que se vinha expressando nos últimos anos, na mesma linha figurativa que o caracterizava", acrescenta o presidente da Assembleia da República.

O escultor era irmão do diplomata e escritor José Cutileiro, que morreu em maio de 2020.

Leia Também: Cutileiro: Escultor do mármore, polémica e dos corpos femininos em pedra

Recomendados para si

Seja sempre o primeiro a saber.
Sexto ano consecutivo Escolha do Consumidor e Prémio Cinco Estrelas para Imprensa Online.
Descarregue a nossa App gratuita.

Apple Store Download

;
Campo obrigatório