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Tenor José de Eça e pianista Luís Costa apresentam recital na China

O tenor José de Eça e o pianista Luís Costa apresentam hoje um recital em Cantão, no sul da China, antes de tocarem em Pequim, na sexta-feira, parte do Festival de Cultura Portuguesa na China.

Tenor José de Eça e pianista Luís Costa apresentam recital na China
Notícias ao Minuto

06:31 - 23/10/19 por Lusa

Cultura Música

Os artistas vão-se apresentar no Xinghai Concert Hall, na capital de Guangdong, a província chinesa mais exportadora e a primeira a beneficiar da política de Reforma e Abertura adotada pelo país no final dos anos 1970.

Na sexta-feira, José de Eça e Luís Costa tocam em Pequim, na sala de espetáculos da Qinghua, considerada a mais prestigiada universidade chinesa, localizada no norte de Pequim, e onde se formaram o atual Presidente chinês, Xi Jinping, e o seu antecessor, Hu Jintao.

Estabelecido em 1911, o campus da Qinghua foi construído a partir de um antigo jardim imperial do século XVIII, preservando os lagos, espaços verdes e edifícios centenários. A universidade tem mais de 25.000 estudantes, segundo o seu 'site' oficial.

Com apenas 24 anos, José de Eça começou a sua carreira ainda na adolescência. O artista iniciou os estudos musicais com a mãe, Maria de Almeida de Eça, e trabalhou aperfeiçoamento vocal com o pai, Oliveira Lopes, antes de ingressar no Conservatório Superior de Música de Gaia.

Luís Costa iniciou os estudos musicais aos 8 anos com Zhuang Xiao Hua, e prosseguiu-os com os professores Álvaro Teixeira Lopes e Friedemann Rieger, na HFM Stuttgart, onde terminou em 2012 com a classificação máxima. Atualmente, está a tirar doutoramento na Universidade de Aveiro.

Os espetáculos vão conciliar o reportório nacional com o internacional, incluindo uma peça do compositor chinês Wang Shiguang, e temas de Beethoven ou Franz Liszt, mas também dos portugueses Luís de Freitas Branco ou Vianna da Motta.

Os concertos integram o Festival de Cultura Portuguesa, que trouxe este ano à China dezenas de artistas portugueses, parte de uma agenda que inclui ainda festivais de cinema, literatura, teatro ou dança, em paralelo com o ano da China em Portugal, num programa pensado pelos dois governos.

Outros eventos culturais deverão realizar-se até ao final deste ano, quando se celebram 40 anos desde que Portugal e a República Popular da China estabeleceram relações diplomáticas.

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