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The Gift comemoram 25 primaveras com concertos de 'Verão'

A banda de Alcobaça esteve à conversa com o Notícias ao Minuto no dia em que apresenta o novo trabalho na Aula Magna, em Lisboa, onde há duas décadas revelaram o seu álbum de estreia.

The Gift comemoram 25 primaveras com concertos de 'Verão'

Há 20 anos, os The Gift apresentavam ao vivo o álbum de estreia - ‘Vinyl’ na Aula Magna, em Lisboa. Nesse mítico concerto deram o salto para o estrelato e deixaram de ser apenas a banda de Alcobaça, à data com cinco anos de vida, para passar a ser uma banda portuguesa com reconhecimento internacional.

Duas décadas depois e sem nunca esquecer as origens, os The Gift voltam a pisar o palco da Aula Magna, hoje, dia 9 de maio, desta vez para apresentar o seu mais recente trabalho, ‘Verão’.

Em entrevista ao Notícias ao Minuto, a vocalista Sónia Tavares, em representação dos The Gift, revelou estar entusiasmada por reviver esta memória e com grandes expetativas, não só em relação ao concerto desta quinta-feira, como também por tocar um disco “tão adorado” na Casa da Música, no Porto, no dia 12 de maio, e no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, no dia 17 deste mês.

Notícias ao Minuto - Regressam esta quinta-feira à Aula Magna, em Lisboa, onde há 20 anos deram o concerto de apresentação do vosso álbum de estreia - 'Vinyl' e onde deram o salto para o reconhecimento público. Como estão a viver esta memória? Alguma vez pensaram chegar aqui?

The Gift (Sónia Tavares) - Estamos a viver esta memória com muito entusiasmo e expectativa. Mas sobretudo com ainda mais vontade de tocar um disco por nós tão adorado, nesta sala tão emblemática.

Desta vez vão apresentar o mais recente álbum, 'Verão'. Em que é que este trabalho se distingue dos outros?

‘Verão’ é um disco complexo e intenso, para se ouvir tranquilamente do início ao fim.

Porquê 'Verão', fazia sentido depois do 'Primavera'? É como se fosse uma continuação? Ou não funciona dessa forma?

É precisamente um prolongamento estético do ‘Primavera’ e ambos fazem parte de todo um conceito desenvolvido há muito na nossa cabeça.

Descrevam em três palavras este 'Verão'…

Introspectivo, azul escuro, esperançoso.

Neste álbum também fazem uma brincadeira e trocam as voltas aos fãs. Em ‘Hammock’ cantam em português, em ‘Vulcão e Sol’ em inglês. Porque decidiram pregar esta pequena partida?

Não o fazemos intencionalmente. Os conceitos entrelaçam-se nas nossas cabeças e às vezes faz-nos sentido que assim seja, mesmo que seja estranho à primeira vista.

Este álbum marca também o regresso da colaboração dos The Gift com o reconhecido produtor Brian Eno com quem trabalharam em 'Altar'. Como é que esta parceria voltou a acontecer?

Felizmente a nossa relação tornou-se tão familiar que para nós já é impensável fazer qualquer coisa sem contar com a opinião do Brian. É uma espécie de mentor, que nos guia pelos caminhos que traçámos, quando temos dúvidas quais as portas a abrir.

E como é trabalhar com o reconhecido mundialmente Brian Eno?

Sempre uma aprendizagem e sobretudo um prazer.

A viagem a Londres para se encontrarem com ele, influenciou em algum aspeto este álbum?

Fomos precisamente terminar o disco com ele.

Este ano celebram 25 anos de carreira. Como é chegar a esta marca?

Um instantinho cheio de muitas alegrias e tristezas. Orgulho, por assim dizer…

A nível musical, como é que os The Gift evoluíram?

Creio que a nossa personalidade musical se manteve, hoje, porém, com uma maturidade bastante diferente. Somos os The Gift, mais do que nunca, goste-se, ou odeie-se.

O que mudou nestes 25 anos?

Na música no geral, tudo. Nós, vamos adaptando-nos aos sinais dos tempos.

Além do concerto em Lisboa na Aula Magna, do concerto na Casa da Música, no Porto e no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, por onde vão andar na digressão 'Primavera/Verão' que, entretanto, já está na estrada?

A digressão ‘Primavera / Verão’ já está infelizmente quase no fim, pelo menos esta primeira etapa de auditórios. Virão os festivais de verão e os grande palcos nas cidades, onde tocaremos algumas canções do ‘Verão’ e ainda um apanhado do que consideramos o melhor de 25 anos de música.

Com tantos concertos, como é que conseguem conciliar a carreira com a família?

Com muito mais sacrifício do que alguém possa imaginar.

Com certeza eles também já ouviram este novo álbum. O que disseram sobre o 'Verão'?

São os nossos maiores fãs.

Já estão a pensar num novo trabalho? Ou esse passo ficará mais para o Outono/Inverno?

Cada coisa na sua estação, mesmo com as alterações climatéricas.

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