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'Poética da Palavra' leva cinco espetáculos à Casa das Artes de Famalicão

O segundo capítulo dos encontros de teatro "Poética da Palavra" começa hoje, na Casa das Artes de Famalicão, numa "proposta artística que reduz a arte do teatro à sua essência", diz em comunicado a instituição.

'Poética da Palavra' leva cinco espetáculos à Casa das Artes de Famalicão
Notícias ao Minuto

17:10 - 04/04/19 por Lusa

Cultura Teatro

Até 12 de abril, a "Poética da Palavra" propõe ao espectador cinco projetos, a começar por "Stand Down", o oposto da comédia 'stand up', com encenação e interpretação de Ángel Fragua, às 21:30 de hoje.

A peça é aconselhada para "um público a partir dos 10, 12 anos" e é "uma mistura entre um contador de histórias e um humorista".

Na sexta-feira, há uma rapariga na Síria conhecida por "Anjo" que sobe a palco em Famalicão, num segundo instante do festival que também conta com encenação de Ángel Fragua e vai ter interpretação de Teresa Arcanjo.

O espetáculo é aconselhado para um público a partir dos 14 anos por ser "um texto mais duro" e começa às 21:30, no grande auditório.

O terceiro espetáculo é protagonizado por Pedro Lamares com uma interpretação de "Ode Marítima" de Álvaro de Campos, no sábado à mesma hora.

Segue-se a "Vida e obra de um homem mais ou menos apresentável", com texto e encenação de Pedro Galiza e interpretação de Daniel Silva, em cena no domingo às 15:00 e repetição às 21:30.

"A peça parte de um texto original e resume-se em três palavras: morte, sarcasmo e memória. Contamos a história de alguém que trabalha numa loja, quer ser empregado do mês e não consegue", explica o encenador.

Sobre o festival de teatro "Poética da Palavra", Pedro Galiza afirma que o evento "tem uma característica especial: põe a palavra em cena". "Participei o ano passado como ator e este ano quando me foi proposto voltar, como encenador, não hesitei".

O último espetáculo do festival é "Peça para duas personagens", com encenação de Ivo Alexandre, numa coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, do Teatro Municipal de Bragança e da companhia de teatro Ninguém.

"A peça é muito particular porque tem um lado mais poético do que o normal mas também é realista e muito psicológica. Fala dos dramas realistas", explica Ivo Alexandre à Lusa.

Com interpretação de Anabela Faustino e Ivo Alexandre, no grande auditório da Casa das Artes de Famalicão, a "Peça para duas personagens" é "uma peça que corta com o convencional e estabelece uma ligação direta com o público. Consegue desmontar o que é o teatro", afirma o encenador.

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