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Leiria reclama nascimento da Casa de Bragança e faz quatro dias de festa

O nascimento da Casa de Bragança é celebrado em mais uma edição de Leiria Medieval, que recorda um casamento histórico que terá tido lugar na cidade e que é festejado com quatro dias de festa, entre os dias 19 e 22.

Leiria reclama nascimento da Casa de Bragança e faz quatro dias de festa
Notícias ao Minuto

13:50 - 13/07/18 por Lusa

Cultura Medieval

"1401: Aqui nasceu a Casa de Bragança" é o título da recriação em 2018, que envolve centenas de figurantes em diversas ruas de Leiria. Pela primeira vez, realiza-se fora do Castelo de Leiria, que está a ser preparado para entrar em obras. Nesta edição, a animação desce à zona histórica da cidade.

O casamento entre D. Afonso de Portugal, filho de D. João I, e Beatriz Pereira de Alvim, filha de D. Nuno Álvares Pereira, é o tema escolhido, recordando a união que deu origem à Casa de Bragança, de que faz parte o atual pretendente ao trono de Portugal, D. Duarte Pio.

O vereador da Cultura da Câmara de Leiria sublinha a oportunidade de recordar "um dos casamentos mais simbólicos de sempre, que deu origem à 'fundação' da Casa de Bragança, ocorrido precisamente aqui, em Leiria".

Para Gonçalo Lopes, as sucessivas edições da recriação têm "contribuído para afirmar a importância de Leiria na construção da nacionalidade portuguesa".

"Além de uma importância lúdica inegável - este é um dos eventos que mais atrai visitantes a Leiria - e de uma excelente oportunidade para o comércio realizar receitas adicionais beneficiando do forte afluxo de visitantes, há também uma vertente pedagógica que não deve ser ignorada", sublinha o vereador.

Leiria Medieval, garante Gonçalo Lopes, dá a conhecer "factos que poderão ser desconhecidos de muitos visitantes" através do trabalho de "uma equipa que investiga e prepara com grande antecedência cada edição, no sentido de lhe conferir o maior rigor histórico possível".

Por isso, o vereador da Cultura admite que a recriação em Leiria é "diferenciadora em relação a eventos do género realizados noutras regiões do país".

"Esse é um aspeto de que não abdicamos. Queremos que o Leiria Medieval seja assumido como um momento em que celebramos a nossa história e o contributo das gerações que nos antecederam para a edificação da nossa pátria".

A mudança de toda a organização para a zona histórica de Leiria, por impedimento do castelo, é encarada sem preocupação.

"Obviamente que a sua monumentalidade é sempre uma mais-valia para a concretização de eventos desta natureza. No entanto, não é utilizado nesta edição precisamente para que possa no futuro acolher este e outros eventos com melhores condições de conforto para os participantes e visitantes".

Gonçalo Lopes acredita que a mudança para o centro da cidade vai fazer desta edição "uma das mais participadas de sempre".

A festa da boda de D. Afonso e D. Beatriz explora novos cenários e terá entrada gratuita em 2018, o que "permitirá maior comunhão com a população" do que nas edições anteriores.

Ao longo dos quatro dias, Leiria Medieval contará com acampamentos militar e civil, animação deambulante, artesãos, gastronomia, danças medievais, místicos, música, dramatizações, e outras iniciativas.

No dia 21 à noite tem lugar o momento alto da festa, com a "celebração"do casamento de D. Afonso de Portugal com D. Beatriz Pereira de Alvim.

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