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Ianina Khmelik lança projeto IAN para dar a conhecer o seu "outro lado"

A violinista russa Ianina Khmelik lançou o projeto a solo IAN, de música eletrónica, para dar a conhecer o seu "outro lado", como explicou em entrevista à Lusa.

Ianina Khmelik lança projeto IAN para dar a conhecer o seu "outro lado"
Notícias ao Minuto

12:22 - 07/07/18 por Lusa

Cultura Música

"Este projeto vem da clássica", afirmou Khmelik, que reside em Portugal há mais de uma década e pertence ao naipe de primeiros violinos da Orquestra Sinfónica do Porto.

Com o lançamento da canção 'Weird' e do seu respetivo vídeo, com vários outros temas em preparação, a música dá a conhecer um projeto que já levou ao palco, por exemplo, para a abertura dos concertos dos The Gift nos coliseus.

Questionada sobre se, ao contrário dos concertos que dá por entre os restantes membros da Orquestra Sinfónica do Porto, se sente sozinha em palco enquanto IAN, Ianina Khmelik ri-se e descarta de imediato essa possibilidade: "Sinto-me altamente. Sei que se qualquer coisa correu mal foi por minha causa."

Para o projeto IAN, Khmelik interpreta todos os instrumentos e ferramentas eletrónicas, que foi aprendendo a manusear ao longo de meses, para além de ser também responsável pela voz.

IAN reúne influências de trip-hop e música eletrónica com instrumentos acústicos e violinos, para dar lugar a uma "fusão" de toda a música que a violinista abrange.

"Estou sempre a absorver música. Faço de mim uma esponja. Toda a música que me rodeia, quero aproveitá-la para o meu projeto pessoal e dar-lhe o meu toque, inspirar-me nesta música toda que me rodeia", disse.

Sobre os próximos passos do projeto, Ianina Khmelik responde que estão a ser negociados concertos, a anunciar em breve, e há muitas outras canções já escritas.

"Os 'feedbacks' são muito bons, tanto na Rússia como em Portugal e em Berlim", afirmou a artista.

O single 'Weird' foi lançado com um vídeo criado pela Scream School Moscow, "através de um desafio lançado a alunos para que interpretassem o tema em diferentes vídeos e conceitos, sujeitos posteriormente a um concurso interno", segundo a promoção do projeto.

A canção inclui o verso "eles pensam que eu sou estranha" ('They think I'm weird', em inglês), que a artista justifica com o facto de na orquestra a acharem "um bocadinho marada".

"Já se habituaram um bocadinho. Realmente gosto do meu outro lado", explicou.

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