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Restauro no Padrão dos Descobrimentos dá origem a exposição

O restauro das esculturas do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, deu origem a uma exposição de fotografia da autoria de Luís Pavão que será inaugurada no sábado, no monumento, no âmbito do Ano Europeu do Património Cultural.

Restauro no Padrão dos Descobrimentos dá origem a exposição
Notícias ao Minuto

18:30 - 03/07/18 por Lusa

Cultura Esculturas

A exposição, intitulada "Na ponta dos dedos", é inaugurada no sábado, às 18:00, e mostra os detalhes da ação de limpeza e restauro realizados ao longo de seis meses, entre junho e dezembro de 2016, às esculturas de pedra que rodeiam a caravela, que o Padrão dos Descobrimentos representa.

No Ano Europeu do Património Cultural, a segunda exposição anual do Padrão dos Descobrimentos destaca, através das fotografias de Luís Pavão, o trabalho de salvaguarda e proteção realizado no monumento desenhado pelo arquiteto Cottinelli Telmo (1897-1948) e concretizado pelo escultor Leopoldo de Almeida (1898-1975).

Ao longo dos seis meses, à luz natural ou artificial, o fotógrafo Luís Pavão registou os trabalhos de limpeza e de restauro do Padrão dos Descobrimentos, criando um conjunto de fotografias de grandes planos dos protagonistas da Expansão Portuguesa.

Das esculturas de grandes dimensões foram captados, em fotografia, pormenores das roupas e do corpo dos navegadores, a textura da pedra, o trabalho do cinzel do escultor, o volume e a forma.

Construído pela primeira vez em 1940 em gesso e argamassa, como parte do cenário da Exposição do Mundo Português, o Padrão dos Descobrimentos foi destruído pelo vendaval de janeiro de 1941 que assolou a zona.

Vinte anos depois, no contexto das Comemorações Henriquinas, voltou a ser construído de acordo com os planos originais, com a orientação do arquiteto António Pardal Monteiro (1928-2012), suportado por uma estrutura de betão armado da responsabilidade do engenheiro Edgar Cardoso (1913-2000).

As esculturas de Leopoldo de Almeida - criadas em calcário de Sintra - passaram a marcar a frente ribeirinha da cidade, em conjunto com a Rosa-dos-ventos que decora o piso fronteiro ao monumento.

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