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Imobiliário Arrendamento Afinal, onde é que as rendas são mai...

Afinal, onde é que as rendas são mais elevadas? E mais baixas?

No segundo trimestre, e face ao trimestre homólogo, a renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III.

Afinal, onde é que as rendas são mais elevadas? E mais baixas?

A renda mediana dos cerca de 21.000 novos contratos de arrendamento realizados no segundo trimestre de 2022 em Portugal cresceu 8,6% face ao período homólogo, atingindo 6,55 euros por metro quadrado, segundo dados do INE. Afinal, onde é que as rendas são mais elevadas? E mais baixas? 

No segundo trimestre, e face ao trimestre homólogo, a renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III, com as rendas mais elevadas a verificarem-se na Área Metropolitana de Lisboa (9,95 euros/metros quadrados), Algarve (7,41 Euro/m2), Região Autónoma da Madeira (7,35 Euro/m2) e Área Metropolitana do Porto (7,06 Euro/m2).

Com exceção do Algarve (+6,5%), estas sub-regiões apresentaram também crescimentos homólogos superiores ao do país, destacando-se, com crescimentos homólogos superiores a 10%, a Região Autónoma da Madeira (+16,3%), o Alto Tâmega (+14,8%), o Médio Tejo (+14,2%), o Tâmega e Sousa e a Região Autónoma dos Açores (ambas +13,5%), o Ave (+13,0%) e as áreas metropolitanas de Lisboa (+12,8%) e do Porto (+10,3%).

Já em comparação com o trimestre anterior, no segundo trimestre deste ano a renda mediana aumentou em 23 das 25 sub-regiões NUTS III, tendo decrescido apenas nas sub-regiões do Alto Alentejo (-4,3%) e do Douro (-2,5%).

O maior acréscimo foi registado no Alentejo Central (+12,0%), seguindo-se, igualmente com valores acima de 10%, o Alentejo Litoral (+11,1%) e o Alto Tâmega (+10,2%).

A renda mediana nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto também aumentou, respetivamente, 9,2% e 6,8%. O valor das rendas situou-se acima do valor nacional nas sub-regiões Área Metropolitana de Lisboa (9,95 Euro/m2), Algarve (7,41 Euro/m2), Região Autónoma da Madeira (7,35 Euro/m2) e Área Metropolitana do Porto (7,06 Euro/m2).

Tal como em anteriores trimestres, Terras de Trás-os-Montes (2,88 Euro/m2) registou a menor renda mediana por metro quadrado de novos contratos de arrendamento.

No mesmo período, registou-se um aumento homólogo da renda mediana por metro quadrado em novos contratos em 23 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes. A exceção é Barcelos, onde a renda mediana se manteve constante.

Os municípios com valores de novos contratos de arrendamento mais elevados são Cascais (12,78 Euro/m2), Lisboa (12,61 Euro/m2), Oeiras (11,00 Euro/m2) e Porto (10,15 Euro/m2), que registaram um crescimento homólogo superior ao do país (de +19,6%, +14,6%, +11,3% e +15,7%, respetivamente).

O cálculo da mediana tem em conta o valor central (ou do meio) de um conjunto de dados, para evitar que, durante a análise, os resultados sejam distorcidos por um pequeno número de valores extremamente altos ou baixos.

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