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Bancos concederam 1.263 milhões para a compra de casa em outubro

Em outubro, os bancos 'deram' 1.882 milhões de euros de novos empréstimos aos particulares. Destes, cerca de 1.263 milhões de euros foram facultados para a compra de casa, revelam dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal.

Bancos concederam 1.263 milhões para a compra de casa em outubro

Em outubro, os bancos concederam 1.882 milhões de euros de novos empréstimos aos particulares. De acordo com o Banco de Portugal, este montante divide-se em 1.263 milhões de euros para a compra de casa, 412 milhões de euros para a finalidade de consumo e 207 milhões de euros para outros fins, revelam dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal.

No que concerne à taxa de juro média dos novos empréstimos ao consumo subiu para 6,65%. Na habitação, os juros médios subiram para 0,82%, acompanhando assim a evolução da Euribor a 12 meses.

"Apesar desta subida e quando considerada apenas a componente de encargos relativa a juros, Portugal era o país com a segunda taxa de juro mais baixa da área euro. Esta situação resulta, em parte, da prevalência em Portugal do crédito com taxa variável", indica o BdP.

Por outro lado, em outubro, "o montante de novos empréstimos concedidos pelos bancos às empresas aumentou 149 milhões de euros, para 2384 milhões, dos quais 58% corresponderam a empréstimos de montante igual ou inferior a 1 milhão de euros", salientou o BdP.

Segundo o banco central, "a taxa de juro média dos novos empréstimos a empresas apresentou uma ligeira subida, mas manteve-se em níveis historicamente baixos: 2,09% em outubro, valor acima dos registados em setembro de 2021 (2,03%) e em outubro do ano passado (2,07%)."

"A análise por classe de montante mostra que a taxa de juro dos novos empréstimos de montante inferior ou igual a 1 milhão de euros aumentou para 2,30% e a taxa de juro dos empréstimos de montante superior a 1 milhão de euros subiu para 1,80%", acrescentou.

E depósitos?

O comunicado do BdP salientou ainda que, "em outubro, o montante de novos depósitos de particulares foi de 3556 milhões de euros, mais 34 milhões do que no mês anterior. A taxa de juro média atingiu um novo mínimo histórico de 0,04%."

Já no caso das empresas, no mesmo mês, o montante de novos depósitos "foi de 921 milhões de euros, dos quais 881 milhões de euros foram aplicados em depósitos até 1 ano, remunerados a uma taxa de juro média de 0,03%. Na área do euro, a taxa de juro dos novos depósitos de empresas permanece negativa desde agosto de 2019", lê-se na mesma nota.

[Notícia atualizada às 11:27]

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