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Habitações precárias tornam moradores mais vulneráveis à Covid-19

As condições de habitação desempenham um papel importante na contenção da Covid-19, sendo que a sobrelotação e o fraco acesso ao saneamento são os que mais dificultam a segurança das famílias, revela a OCDE.

Habitações precárias tornam moradores mais vulneráveis à Covid-19

As pessoas que vivem em habitações precárias são as mais vulneráveis aos efeitos físicos e mentais da Covid-19. Esta é uma das principais conclusões que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) destaca no relatório 'Covid-19 e bem-estar – Vida na pandemia'. Segundo a OCDE, as condições de habitação desempenham um papel importante na contenção da Covid-19, sendo que a sobrelotação e o fraco acesso ao saneamento são os que mais dificultam a segurança das famílias.

O relatório indica que as pessoas que vivem em casas sobrelotadas estão em maior risco de infeção, pois "é mais difícil isolar indivíduos sintomáticos, dentro de um espaço partilhado com mais pessoas."

Nos países da OCDE, note-se, cerca de 10,6% das famílias vive em condições de sobrelotação, com esta quota a ser superior a 30% na Letónia e no México.

Contudo, no que concerne à saúde mental, "tanto as pessoas que vivem em casas sobrelotadas, como os indivíduos que vivem sozinhos, enfrentam riscos elevados para a saúde mental", faz sobressair a OCDE

Nesta senda, o relatório acrescenta que a falta de acesso ao saneamento básico, isto é, uma sanita para uso exclusivo do agregado familiar, por exemplo, continua a ser um problema para 6,2% das famílias em todos os países da OCDE. "Outro fator que dificulta a contenção da propagação da Covid-19 entre famílias", salienta a OCDE.

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