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Cidade do Porto é um "exemplo do potencial da reabilitação urbana"

A Invicta "pode e deve ser vista como um exemplo do potencial da reabilitação urbana e da sua capacidade para atrair investimento e atividade económica", nas palavras de Manuel Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI).

Cidade do Porto é um "exemplo do potencial da reabilitação urbana"

Para Manuel Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), o Porto é um "exemplo do potencial da reabilitação urbana". Isto porque conseguiu ganhar margem de manobra para "criar um mercado inovador e dinâmico." Sendo este, por isso, "o caminho que deve ser seguido e alargado a todo o território, é insubstituível para a competitividade do nosso país", cita a Vida Imobiliária, na sua página oficial.

Manuel Reis Campos falava durante a abertura da Semana da Reabilitação do Porto, que se realizou esta terça-feira. De acordo com o presidente da CPCI, a cidade Invicta "pode e deve ser vista como um exemplo do potencial da reabilitação urbana e da sua capacidade para atrair investimento e atividade económica." No entanto, frisou que é "necessário ultrapassar vários obstáculos."

Entre eles, Manuel Reis Campos destacou para o facto de ser importante "ter uma fiscalidade que deixe de considerar o imobiliário como fonte inesgotável de impostos, eliminar a burocracia, ter estabilidade legislativa e fiscal."

Além disso, é igualmente vital "eliminar o Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI), ter novas linhas de crédito para projetos com elevada eficiência energética, envolver as entidades privadas, e melhorar a eficiência dos processos urbanísticos, e eliminar as restrições geográficas do programa dos Vistos Gold", acrescentou o responsável.

Por seu lado, Ricardo Valente, vereador dos pelouros da Economia e do Turismo da Câmara Municipal do Porto, considerou que "a requalificação urbana nunca se esgota no perímetro urbano", refere a Vida Imobiliária.

Na Invicta, foi o centro histórico que começou por atrair o investimento privado depois da criação das primeiras Áreas de Reabilitação Urbana (ARUs), mas "a autarquia tem feito outras medidas de incentivo à reabilitação, como a criação de ORU (Operação de Reabilitação Urbana). É uma prioridade que sempre atribuímos à zona oriental", finaliza o vereador.

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