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Grandes cidades ou periferias: Como escolher a zona certa para viver?

Existem muitos prós e contras que podem influenciar a decisão de escolha entre uma casa nos subúrbios ou um apartamento na cidade. A verdade é que quando chega a altura de procurar casa, as vantagens de determinado sítio devem superar as desvantagens. Mas para isso há que colocar algumas variáveis. Ora veja.

Grandes cidades ou periferias: Como escolher a zona certa para viver?

Quer esteja a pensar em comprar ou arrendar um imóvel, escolher o local ideal para viver não é uma ciência exata. Há que considerar um conjunto de fatores que variam consoante o perfil de cada um. A verdade é que quando chega a altura de procurar casa, as vantagens de determinado sítio devem superar as desvantagens. E só assim saberá que aquele é o local a escolher. Mas para isso há que colocar na soma o número de variáveis certas. Para o ajudar no processo, o consultor imobiliário Alexandre Luís, do portal Imovirtual, apresenta-lhe algumas delas.

 1. Custo de Vida

Existem muitos prós e contras que podem influenciar a decisão de escolha entre uma casa nos subúrbios ou um apartamento na cidade. Além da questão de preferência pessoal, talvez o mais flagrante seja o custo de vida, revela o consultor imobiliário.

Para Alexandre Luís, o mais importante a considerar é o seu orçamento mensal, com despesas e créditos já incluídos, para perceber se consegue suportar o custo de vida de uma cidade, como Lisboa, Porto ou Coimbra.

Note que em grandes cidades tudo é mais caro nos seus subúrbios, e isto inclui alimentação, transporte, rendas, imóveis, colégios e creches, entre outros demais serviços que são muito mais em conta em cidades menos concorridas, faz notar o consultor.

2. Distâncias

Além do custo de vida, há que considerar o tempo que demora a chegar ao seu trabalho e à escola dos seus filhos a partir da cidade e dos subúrbios.

Assim, deverá avaliar os meios de transporte e as acessibilidades de cada zona, os horários, as distâncias e o custo-benefício de cada um deles. Andar de carro é mais cómodo, mas mais dispendioso e menos sustentável, note-se. Já os transportes públicos são uma forma de reduzir a poluição, a despesa e as preocupações com estacionamento.

Em suma, parece que esta última opção é a mais acertada. Ainda assim, deve considerar o tempo que leva em cada alternativa e se o mesmo é compatível com a sua agenda.

3. Proximidade com amigos e família

Para Alexandre Luís, por muito distantes que ainda nos encontremos por conta da pandemia, é sempre reconfortante saber que podemos contar com a família e amigos.

Assim, se estiver a ponderar viver nos subúrbios e isso significar ficar (muito) longe da sua família e amigos, considere se vale a pena sacrificar esses afetos.

4. Explore a vizinhança

Não deixe de avaliar a oferta de comércio, serviços e infraestruturas da zona em que está a ponderar ir viver. 

Também não se esqueça de procurar pelos serviços que são importantes conhecer para tratar dos assuntos do dia-a-dia, como a Câmara Municipal, Junta de freguesia, esquadra de polícia, centro de saúde, bombeiros, hospital, estação de comboios, metro ou autocarros.

Para o consultor em imobiliário é igualmente importante informar-se sobre o número de farmácias, escolas, jardins de infância, jardins, supermercados, complexos desportivos, ginásios, lojas, restaurantes e cafés.

No fundo, a ideia é fazer um retrato geral da cidade, vila, freguesia ou aldeia para não ter arrependimentos.

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