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Câmara de Paris está a leiloar imóveis antigos e em desuso

O mais recente exemplo é de uma mansão rural localizada em Ariège, em Occitânica, nos Pirenéus, cuja construção remonta ao séc. XVIII. O edifício, conhecido como Chateau de Nescau, será leiloado em setembro com o preço base de 90.000 euros.

Câmara de Paris está a leiloar imóveis antigos e em desuso

De acordo com a Câmara Municipal de Paris, a cidade possui perto de 19 mil propriedades, das quais 514 estão fora do território municipal, distribuídas em 27 zonas de França. Na maioria, tratam-se de imóveis doados ao município por motivos de morte dos proprietários, ou edifícios herdados da política social (sanatórios, lares e antigos campos de férias).

Assim, de forma a alienar alguns destes imóveis, muitos em desuso, a presidente da Mairie de Paris, Hanne Hidalgo, está a pô-los à venda em leilão. O mais recente exemplo é de uma mansão rural localizada em Ariège, em Occitânica, nos Pirenéus, adianta o Diário Imobiliário.

Colocar imóveis antigos em leilão, não é novidade para a cidade de Paris. O caso mais mediático de venda de imóveis com história, realizado pela Câmara de Paris, ocorreu em Outubro passado, com o leilão do antigo mosteiro e sanatório Chartreuse de Glandier, em Corrèze. Colocado à venda pelo preço base de 750.000 euros, foi arrematado por 3 milhões de euros por um produtor e comerciantes de vinhos de Bordéus.

Agora, o edifício, conhecido como Chateau de Nescau, cuja construção remonta ao séc. XVIII, será leiloado em setembro com o preço base de 90.000 euros. O imóvel possui 1.400 m2 de área construída e está inserido numa propriedade 22.600 m2.

A propriedade é constituída por uma mansão-rural com torre e uma casa de caseiro. Conta com salas de estar, cozinhas, salas técnicas, escritórios e salas de jantar, no rés-do-chão. Já nos pisos superiores, poderá encontrar quartos, dormitórios e casas-de-banho.

A casa adjacente tem no rés-do-chão, um espaço de arrumação com cerca de 102 m2 e uma lavandaria. Subindo ao 1.º andar, encontra-se três quartos, uma cozinha, uma casa de banho e sanitários e sótão.

A propriedade é vedada e avessada por um riacho, faz notar o Diário Imobiliário. Ainda assim, o futuro comprador terá que fazer obras de reabilitação, uma vez que, a mansão foi construída no séc. XVIII e reconstruída em 1918 devido a um incêndio.

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