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Álvaro 'chumbou' contrato de Portas antes de sair

Antes de abandonar o Governo, o ministro Álvaro Santos Pereira deu instruções à Direcção Geral das Actividades para chumbar definitivamente o contrato de contrapartidas dos torpedos dos submarinos, escreve a TSF no seu site. O contrato, celebrado em 2005, pelo então ministro da Defesa, Paulo Portas, com uma empresa italiana, provocou prejuízos na ordem dos 35 milhões de euros.

Álvaro 'chumbou' contrato de Portas antes de sair
Notícias ao Minuto

12:40 - 29/07/13 por Notícias Ao Minuto

Política Governo

Os submarinos continuam a ensombrar o passado e presente do líder centrista, Paulo Portas. Antes de Álvaro Santos Pereira sair do Governo, o ex-ministro chumbou um negócio que data de 2005 e que foi, na altura, decidido pelo actual vice-primeiro-ministro, à data dos factos ministro da Defesa.

Oito anos depois e a seis meses de terminar o contrato, são certos 35 milhões de euros de prejuízos, sendo que só não são superiores graças às garantias bancárias de cerca de 11,5 milhões, aponta a TSF. Contudo, no total, a empresa italiana WASS, à qual foram adjudicados os 24 torpedos dos submarinos, tinha de prestar contrapartidas no valor de 46,5 milhões de euros.

Porém, conta o Correio da Manhã, Álvaro Santos Pereira deu instruções à Direcção Geral das Actividades Económicas para declarar o incumprimento definitivo do contrato, depois de o antigo ministro da Economia constatar que não existe qualquer projecto executado.

Ainda segundo o jornal, o gabinete de Santos Pereira terá consultado o actual Ministério da Defesa, tendo uma fonte do gabinete de Aguiar-Branco admitido que, em princípio, deverá apoiar a decisão de chumbar o contrato.

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