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Marcelo Rebelo de Sousa preocupado com orçamentos das universidades

O candidato presidencial Marcelo Rebelo de Sousa considerou hoje que o próximo Orçamento do Estado é "difícil de fazer em vários domínios da administração pública", particularmente nos da educação e do ensino superior.

Marcelo Rebelo de Sousa preocupado com orçamentos das universidades
Notícias ao Minuto

17:56 - 11/01/16 por Lusa

Política Candidato

Numa conversa com um dos vice-reitores da Universidade da Beira Interior (UBI), situada na Covilhã, Marcelo Rebelo de Sousa confirmou as dificuldades que sabia existirem relativamente aos orçamentos das instituições de ensino superior.

O professor catedrático da Universidade de Lisboa disse saber que as dificuldades das universidades "são muitas", o que as obriga, tal como aos politécnicos, "a uma grande imaginação para ir buscar receitas, parcerias internacionais ou internas, empresariais, institucionais e autárquicas".

"Este é um momento muito sensível. É um momento em que o orçamento está para ser entregue na Assembleia da República, daqui por poucos dias, e em função desse orçamento, os orçamentos também das universidades e politécnicos são elaborados", afirmou.

Na sua opinião, este "é um orçamento de transição, difícil como todos os orçamentos de transição".

"Veremos como é que o Governo vai conseguir equacionar essa matéria. Se for eleito Presidente, a partir de março estarei a acompanhar atentamente sobretudo o que importa para o próximo ano letivo, porque este já vai a metade", acrescentou.

Antes de se deslocar à UBI, Marcelo Rebelo de Sousa tinha estado no Instituto Politécnico da Guarda, onde ficou a conhecer aplicações inovadoras da microempresa Magic Key que permitem movimentar o rato e o teclado de um computador através do movimento dos olhos e que são procuradas por pessoas que não conseguem mexer as outras partes do corpo.

"Isto é uma ideia sensacional", exclamou o candidato presidencial, fazendo votos para que alguma multinacional se interesse pelas aplicações, de forma a alargar o mercado da microempresa.

No segundo dia de campanha, a circular pelo interior do país, Marcelo Rebelo de Sousa reiterou que, se for eleito Presidente da República, será "politicamente imparcial, mas socialmente parcial".

"Isto é, estarei ao lado daqueles que são os mais pobres, os mais fracos, os mais carenciados, os mais desfavorecidos. Nesses se encontra o interior", frisou.

No seu entender, o interior de Portugal "precisa de uma discriminação positiva", ou seja, "regimes que sejam aparentemente desiguais, porque mais favoráveis, para compensar a situação que é mais desfavorável neste momento".

Questionado sobre o pagamento de portagens no interior do país, o candidato disse que essa é uma matéria do Governo.

"O Presidente deve estar atento e dar a sua força e a sua influência junto do Governo e do parlamento para que essa pretensão, que eu tenho a certeza que será de todo o poder político, possa, na medida das capacidades financeiras, ser acolhida", acrescentou.

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