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"É hora de os portugueses dizerem à oposição que ela não é precisa"

Pedro Passos Coelho discursou na Madeira, na festa do Chão da Lagoa.

"É hora de os portugueses dizerem à oposição que ela não é precisa"
Notícias ao Minuto

15:01 - 26/07/15 por Notícias Ao Minuto 

Política Passos Coelho

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, esteve pela primeira vez como Chefe de Estado na festa do Chão da Lagoa, na Madeira. Num discurso entusiasta, Passos não deixou de elogiar os 100 dias de governação de Miguel Albuquerque.

"Miguel Albuquerque não foi apenas o rosto mas a alma também do novo tempo que se abriu aqui na Madeira. Quero felicitá-lo hoje à frente de todos vós pela esperança que ele deu. Foi muito importante que nestes 100 dias tantas decisões relevantes foram tomadas para o futuro da Madeira por um Governo que não perdeu tempo. Parabéns Miguel e parabéns ao Governo", declarava.

Para o primeiro-ministro "é importante" referir que tem um enorme "orgulho neste governo regional ao longo destes 100 dias", disse ainda, tendo sido interrompido durante os elogios ao autal líder do Governo Regional por uma canção de apoio a Miguel Albuquerque.

Mas não foi apenas a Madeira que mereceu a atenção de Passos. "São tempos de dificuldades, mas não escolhemos os tempos. A nossa obrigação é enfrentá-los, resolvê-los e andar para a frente", frisa.

"O que aconteceu em todo o país foi o aumento do desemprego e a estagnação da economia. Por isso é que não podíamos deixar continuar. Esses [oposição] que sempre acham que há tantas maneiras para fazer as coisas pergunto-me se não têm ainda tanto para aprender", explica.

O líder do Executivo aproveitou para deixar algumas mensagens sobre a oposição. "As dificuldades não foram trazidas por nós, foi a crise que trouxe as dificuldades e quem trouxe a crise não foi o nosso Governo foram os socialistas em muitos anos de Governo em Portugal", disse ainda.

"Sabemos que o caminho que temos pela frente não se pode fazer de qualquer maneira. Temos de continuar a ser determinados, é assim que podemos dar a esperança aos portugueses", indica e acrescenta que "os portugueses não comem TGV’s, nem autoestradas, nem dívidas, têm de as pagar e suportar e por isso não se esquecem desse tempo".

E relativamente ao futuro? Passos responde: "O caminho que temos de fazer é apostar no investimento é com ele que vamos criar emprego. Se queremos nas nossas políticas oferecer melhores condições temos de criar também a atração do investimento. Precisamos que mais gente invista em todas as regiões de Portugal".

"Fizemos muito para merecer o caminho mais esperançoso que temos à nossa frente. É por isso que fico entristecido quando a oposição vê algum resultado bom em Portugal e vejo que eles não gostam e dizem que é mentira. Dizem que estamos a falsear a realidade. Que mal fez o nosso povo à oposição para que só gostem quando as coisas correm mal no país? E que fica desagradada quando as boas notícias começam a aparecer?", questiona, já com as eleições legislativas no 'horizonte'.

Para Passos, "está bem na altura de nas próximas eleições o povo português dizer à oposição que ela é precisa mas não para Governar porque quando governou foi o desgoverno para o nosso país".

"Uma nova alma para Portugal", apelou ainda, ao terminar o discurso.

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