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Autarca de Vila Real "muito feliz" com reconhecimento da olaria negra

O presidente da Câmara de Vila Real mostrou-se "muito feliz" com o reconhecimento da olaria negra de Bisalhães pela Unesco, decidido hoje na Etiópia, considerando que significa "mais responsabilidade" na salvaguarda desta arte ancestral.

Autarca de Vila Real "muito feliz" com reconhecimento da olaria negra
Notícias ao Minuto

15:29 - 29/11/16 por Lusa

País UNESCO

Presente na reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, que decorre em Adis Abeba, Rui Santos mostrou-se "muito feliz com esta distinção de uma parte importante da cultura vila-realense".

"Com este reconhecimento internacional ganhamos uma responsabilidade enquanto município ainda maior. Sabemos que o plano de salvaguarda que idealizamos está tecnicamente perfeito e temos 370 mil euros disponíveis para o implementar até 2020", afirmou o autarca, em comunicado enviado à imprensa.

A inscrição na lista do Património Cultural Imaterial que necessita de salvaguarda urgente da Unesco possibilitará, segundo o presidente, fazer "candidaturas a financiamento comunitário para levar ainda mais longe a missão de salvar o barro preto de Bisalhães."

"Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para que a candidatura do processo de fabrico do barro preto de Bisalhães fosse imaculada. Envolvemos os serviços de cultura municipais e todo um conjunto de especialistas que nos ajudaram", frisou.

O autarca frisou ainda que, desde que o seu executivo assumiu funções, que procurou "projetar nacional e internacionalmente" a olaria de Bisalhães.

"Quando tive a oportunidade de ser recebido pelo Papa Francisco levei-lhe uma peça típica de Bisalhães como presente. Também nas corridas automóveis, no Campeonato do Mundo de Carro de Turismo (WTCC), entregamos aos vencedores um troféu de 'design' moderno que é de barro preto", referiu.

Rui Santos disse ainda que, após a Unesco ter classificado o Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial há 15 anos, volta agora a debruçar-se sobre "esta região e a reconhecer a riqueza desta parte do Mundo e a sua importância para a Humanidade".

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